Publicação: 19.08.2022 .::. Atualização: 01.06.2026 8 min. de leitura
“Sangue nos olhos”: devo me preocupar?
Sangue no olho costuma assustar pela aparência, mas na grande maioria dos casos é uma hemorragia subconjuntival — uma mancha vermelha viva na parte branca do olho que aparece quando um pequeno vaso se rompe. Não causa dor, não afeta a visão e desaparece sozinha em 7 a 14 dias. Quando vier acompanhada de dor, alteração visual, trauma ou episódios frequentes, é hora de procurar um oftalmologista.
Neste artigo você vai entender:
o que significa ter sangue no olho;
as causas mais comuns;
quando é considerado normal e quando preocupa;
como é o tratamento;
perguntas frequentes sobre o tema.
O que significa ter sangue no olho?
“Sangue no olho” é como popularmente se descreve a mancha vermelha viva que aparece de repente na parte branca (esclera). Algumas pessoas chamam de mancha de sangue no olho, bolinha de sangue no olho ou simplesmente derrame no olho. Em linguagem médica, o nome técnico é hemorragia subconjuntival — ou, em termo menos comum, hiposfagma.
Apesar da aparência intensa, esse sangramento em geral:
não causa dor;
não compromete a visão;
não oferece risco imediato à saúde ocular.
O que é hemorragia subconjuntival (hiposfagma)?
A hemorragia subconjuntival acontece quando um vaso sanguíneo fino se rompe e o sangue fica preso entre a conjuntiva (membrana transparente que reveste o olho) e a esclera (parte branca). Como essa área não absorve o sangue rapidamente, a mancha permanece visível por vários dias.
Características típicas
mancha vermelha bem delimitada;
sem dor;
sem secreção;
sem coceira;
sem alteração visual.
Quanto tempo dura a mancha?
Em geral, entre 7 e 14 dias — podendo chegar a três semanas em alguns casos. O sangue é reabsorvido gradualmente, de forma semelhante a um hematoma na pele, e a mancha pode mudar de cor (de vermelho vivo para amarelado) durante esse processo.
Quais são as principais causas de sangue no olho?
Os vasos da conjuntiva são finos e delicados. Pequenos aumentos de pressão dentro do corpo já são suficientes para romper um deles.
uso de anticoagulantes (AAS, varfarina, rivaroxabana, entre outros);
distúrbios de coagulação;
idade avançada (vasos mais frágeis).
Em muitos casos, não é possível identificar exatamente o que causou o sangramento — e isso é normal.
Sangue no olho dói?
Na hemorragia subconjuntival típica, não há dor. Se houver dor, ardência intensa, sensação de pressão ou sensibilidade à luz, é importante procurar avaliação médica — pode se tratar de outro problema ocular.
Sangue no olho afeta a visão?
Não. Como a hemorragia subconjuntival ocorre na superfície do olho, ela não interfere na visão. Se houver embaçamento, visão turva, visão dupla ou perda visual, a causa é outra e exige investigação — pode estar relacionada a alterações dentro do olho, como descreve nosso post sobre visão embaçada e suas possíveis causas.
Quando o sangue no olho é sinal de alerta?
Apesar de geralmente benigno, alguns sinais indicam necessidade de avaliação oftalmológica:
Existem outros tipos de sangramento ocular mais sérios?
Sim. Nem toda mancha de sangue no olho é uma hemorragia subconjuntival. Algumas condições mais raras e graves incluem:
Hifema
Acúmulo de sangue na câmara anterior do olho (a parte frontal, entre a córnea e a íris). Em geral surge após trauma significativo. Por se tratar de um quadro que pode aumentar a pressão intraocular, a orientação é procurar um pronto-socorro hospitalar com plantão oftalmológico — não uma clínica de consulta ambulatorial.
Hemorragia vítrea
Sangramento dentro do olho, no humor vítreo. Pode causar visão de manchas escuras flutuantes e perda visual súbita. Frequentemente associada a quadros como retinopatia diabética avançada ou descolamento de retina. Também exige atendimento em pronto-socorro hospitalar.
Uveítes e inflamações internas
Podem causar olho vermelho com dor e baixa visual, eventualmente com sangue visível. Saiba mais sobre uveítes — inflamações oculares.
Importante: esses quadros mais graves exigem atendimento de urgência hospitalar. A Oftalmo Città atua com consulta agendada, exames complementares e acompanhamento — para emergências oftalmológicas, procure um hospital com plantão.
Como é feito o tratamento?
Na grande maioria dos casos não é necessário tratamento específico — o próprio organismo absorve o sangue ao longo de 1 a 3 semanas. Ainda assim, em consulta oftalmológica, o médico pode recomendar:
colírios lubrificantes para conforto;
suspensão temporária do hábito de coçar os olhos;
ajuste no uso de medicamentos como anticoagulantes, em diálogo com o cardiologista ou clínico geral, se houver suspeita de relação;
controle de pressão arterial e glicemia, quando aplicável.
Atenção: nunca utilize colírios com corticoide, antibiótico ou vasoconstritor sem prescrição médica. Eles podem mascarar quadros graves e gerar efeitos colaterais.
É possível prevenir sangue no olho?
Algumas medidas reduzem o risco:
controlar a pressão arterial;
evitar coçar os olhos;
usar óculos de proteção em atividades de risco (corte de grama, marcenaria, atividades esportivas de contato);
manter acompanhamento médico regular ao usar anticoagulantes;
“Derrame ocular” é o termo popular usado para descrever a hemorragia subconjuntival. Na maioria das vezes, não representa gravidade e não tem relação com derrame cerebral (AVC) — são quadros completamente diferentes, apesar do nome parecido.
Mancha vermelha no olho é sempre sangue?
Não. Mancha vermelha no olho também pode ser causada por conjuntivite, pterígio, episclerite ou simples vermelhidão por olho seco e cansaço. A diferença é que a hemorragia subconjuntival tem aspecto de sangue acumulado, bem delimitado, enquanto outras causas geram vermelhidão difusa.
Sangue no olho pode ser estresse?
O estresse não causa sangue no olho diretamente, mas pode contribuir de forma indireta — aumentando a pressão arterial, gerando picos de pressão e levando a tosse, dor de cabeça e tensão. Veja nosso post sobre como o estresse afeta a visão.
Posso usar colírio para tirar o sangue do olho mais rápido?
Não existe colírio que faça o sangue ser reabsorvido mais rápido. Colírios lubrificantes podem aliviar desconforto, mas o tempo de absorção do sangue é natural — entre 7 e 21 dias.
Criança pode ter sangue no olho?
Sim. Em crianças, costuma aparecer após choro intenso, tosse forte, espirros ou esforço. Em qualquer caso, especialmente em bebês ou após trauma, é recomendada avaliação com oftalmologista pediátrico no Rio de Janeiro.
Sangue no olho pode ser AVC?
Não. Hemorragia subconjuntival não tem relação com AVC. O “derrame” do olho e o derrame cerebral são fenômenos completamente diferentes — só compartilham o termo popular.
Posso continuar usando lentes de contato?
Depende da avaliação do oftalmologista. Em alguns casos, recomenda-se suspender temporariamente o uso até a reabsorção total do sangue, para evitar irritação adicional.
Bolinha de sangue no olho é o mesmo que mancha de sangue?
Em geral, sim — são formas populares de descrever a mesma hemorragia subconjuntival. A diferença está apenas no formato observado pelo paciente: “bolinha” descreve uma área pequena e mais redonda; “mancha” descreve uma área maior e mais difusa.
Quando devo procurar um oftalmologista?
Sempre que houver dor ocular, alteração visual, trauma, repetição frequente do sangramento (mais de 2-3 episódios por ano) ou dúvida sobre o diagnóstico. O exame oftalmológico é rápido, indolor e garante segurança no diagnóstico.
Conclusão
Na maioria das situações, sangue no olho não é grave e se resolve sozinho em 1 a 3 semanas. Ainda assim, a avaliação por um oftalmologista é importante para descartar causas mais sérias e orientar sobre fatores de risco (como pressão alta e uso de anticoagulantes).
Se você está no Rio de Janeiro e gostaria de tirar dúvidas ou agendar uma consulta, entre em contato com a equipe da Oftalmo Città na Barra da Tijuca. Atendemos os principais convênios e também consultas particulares.
A pálpebra “pula” involuntariamente — sensação de tremor fino, geralmente no olho esquerdo e na pálpebra inferior. É desencadeada por estresse, privação de sono e excesso de cafeína. Costuma resolver em poucos dias. Entenda melhor em mioquimia: por que minha pálpebra treme.
3. Visão embaçada temporária
Sensação de que a imagem “não fecha o foco”, especialmente ao final do dia. Está relacionada à fadiga muscular do sistema de acomodação, agravada por muitas horas de tela e sono ruim. Costuma passar com descanso. Se persistente, saiba mais em visão embaçada e suas possíveis causas.
4. Olho seco e ardência
Sensação de areia, ardência, olhos vermelhos e cansaço ocular no fim do dia. O estresse reduz o volume e a estabilidade do filme lacrimal — piorando em quem usa ar-condicionado, trabalha em tela e dorme pouco. Veja o tratamento da síndrome do olho seco.
5. Sensibilidade à luz (fotofobia)
Ambientes claros passam a incomodar mais, com necessidade de óculos escuros mesmo em situações antes toleradas. Comum em quadros de enxaqueca desencadeada por estresse. Entenda mais em fotofobia: causas e tratamento.
6. Dor de cabeça associada à visão
Dor frontal ou nos olhos que piora ao final do dia, típica de fadiga visual. Trabalho prolongado em telas + estresse + erro refrativo não corrigido é a combinação clássica. Corrigir o grau dos óculos e fazer pausas regulares resolve na maioria dos casos.
7. Coriorretinopatia serosa central (raro, mas importante)
Em quadros de estresse muito intenso ou uso de corticoides, pode surgir a coriorretinopatia serosa central — um acúmulo de fluido sob a mácula que causa visão embaçada e distorcida em um olho só, com áreas escuras ou linhas curvas. É mais comum em homens entre 30 e 50 anos. Merece avaliação oftalmológica logo que percebida — na maioria dos casos regride sozinha em semanas ou meses, mas em quadros persistentes há tratamentos específicos.
Quando procurar um oftalmologista?
Marque uma consulta se:
qualquer sintoma dura mais de 2 a 3 semanas mesmo com controle do estresse;
aparece dor ocular ou dor de cabeça intensa;
há piora da visão ou distorção das imagens;
os episódios se repetem com frequência (mancha vermelha, mioquimia);
há histórico de hipertensão, diabetes ou uso de anticoagulantes.
Na Oftalmo Città, na Barra da Tijuca, a consulta identifica se os sintomas são realmente relacionados ao estresse ou se estão indicando uma condição ocular subjacente — como olho seco, glaucoma, alteração retiniana ou erro refrativo mal corrigido. Atendemos os principais convênios do Rio de Janeiro.
Como aliviar sintomas oculares do estresse
As medidas mais eficazes atuam em duas frentes — reduzir o estresse geral e cuidar da superfície ocular:
Priorizar sono regular (7 a 8 horas).
Reduzir cafeína (máximo 2 xícaras/dia) e álcool.
Praticar atividade física regular.
Aplicar a regra 20-20-20 nas telas (a cada 20 minutos, olhar 20 segundos para 20 pés de distância).
Usar lubrificantes oculares se houver sensação de olho seco.
Manter hidratação adequada (35 ml de água por kg de peso/dia).
Considerar terapia, mindfulness ou outras práticas de gestão do estresse.
Controlar pressão arterial se houver diagnóstico de hipertensão.
Perguntas frequentes sobre estresse e visão
Estresse pode causar cegueira?
Não diretamente. Os sintomas oculares causados pelo estresse são, na quase totalidade, temporários e reversíveis. Casos raríssimos de coriorretinopatia serosa central podem deixar sequela visual se muito recorrentes — mas mesmo esses são tratáveis quando identificados a tempo.
Estresse pode causar mancha vermelha no olho?
Sim, indiretamente. O estresse eleva a pressão arterial e favorece picos hipertensivos que podem romper pequenos vasos da conjuntiva, gerando a hemorragia subconjuntival (a “mancha vermelha”). É benigna e desaparece sozinha em 1 a 2 semanas.
Ansiedade também causa visão embaçada?
Sim. Em crises de ansiedade, hiperventilação e liberação intensa de adrenalina podem gerar visão embaçada transitória, tontura e sensação de “tudo escuro”. Costuma passar em poucos minutos, junto com a crise.
Estresse pode causar olho tremendo?
Sim. A mioquimia palpebral (“olho tremendo”) é uma das manifestações mais comuns do estresse. Estresse + falta de sono + excesso de cafeína é a combinação clássica. Costuma resolver em 1 a 2 semanas. Entenda o quadro em mioquimia: por que minha pálpebra treme.
Estresse pode aumentar a pressão do olho?
Pode. Estresse crônico e elevações da pressão arterial se associam a pequenas variações da pressão intraocular, especialmente em pessoas com predisposição ao glaucoma. Por isso, quem tem histórico familiar deve manter avaliação oftalmológica regular.
Sintomas oculares do estresse somem sozinhos?
Na maioria dos casos, sim — com controle do estresse, sono adequado e cuidados oculares simples. Quando persistem, indicam que outra condição (olho seco, erro refrativo, glaucoma incipiente) pode estar contribuindo e merece investigação.
Conclusão
Estresse afeta a visão de várias formas — na maioria delas, temporariamente e sem consequências graves. Mesmo assim, quando os sintomas insistem em voltar ou se intensificam, vale a pena descartar causas oculares subjacentes com uma consulta. Muitas vezes o “estresse” é a explicação óbvia, mas o exame identifica um olho seco não diagnosticado, um grau desatualizado ou uma alteração retiniana precoce.
Se você está no Rio de Janeiro e gostaria de tirar dúvidas ou agendar uma consulta, entre em contato com a equipe da Oftalmo Città na Barra da Tijuca. Atendemos os principais convênios e também consultas particulares.
Degeneração macular relacionada à idade (DMRI): alterações na mácula que comprometem a visão central.
Descolamento de retina e rasgaduras: geralmente localizadas na periferia da retina, invisíveis sem dilatação. Saiba mais em descolamento de retina.
Tumores intraoculares: raros, mas detectáveis apenas com fundoscopia completa.
Alterações vasculares associadas a hipertensão.
Catarata e outras alterações do cristalino.
Como é feita a dilatação da pupila?
O procedimento é simples e ambulatorial:
O oftalmologista instila 1 a 2 gotas de colírio dilatador em cada olho.
O paciente aguarda de 15 a 30 minutos em sala de espera para o efeito começar.
Confirmada a dilatação adequada, o exame é realizado — geralmente com oftalmoscópio ou lâmpada de fenda.
Após o exame, a dilatação começa a diminuir gradualmente e, em algumas horas, a pupila volta ao tamanho normal.
Quais colírios são usados?
Os principais colírios dilatadores usados no consultório oftalmológico:
Tropicamida (1%): efeito rápido, curta duração (4 a 6 horas). O mais usado em exames de rotina em adultos.
Fenilefrina (2,5% ou 10%): atua sobre o músculo dilatador, geralmente associada à tropicamida para dilatação mais eficaz.
Ciclopentolato: usado principalmente em crianças e adolescentes, ou quando é necessário paralisar o foco (cicloplegia) para medir o grau real.
Atropina: de ação mais longa (dias), usada em situações específicas como uveítes, pós-operatório e em algumas avaliações pediátricas.
Qual a diferença entre midríase e cicloplegia?
Midríase é apenas a dilatação da pupila — permite ver o fundo do olho.
Cicloplegia é a paralisia temporária do músculo ciliar (que faz o foco). É usada para medir o grau real, principalmente em crianças que “forçam o foco” e podem apresentar grau falso.
Alguns colírios (como o ciclopentolato) causam os dois efeitos simultaneamente.
O que se sente durante e depois?
Durante a instilação, o colírio pode causar leve ardência por 5 a 10 segundos. Depois, os efeitos típicos incluem:
sensibilidade à luz (fotofobia) mais acentuada;
dificuldade para ler ou usar celular (visão de perto embaçada);
visão de longe geralmente pouco afetada, mas com halos e brilhos ao redor de luzes;
olhos aparentemente “mais escuros” ou “maiores” no espelho — efeito da pupila aumentada.
Não há dor. Os efeitos passam gradualmente.
Quanto tempo dura a dilatação da pupila?
Tropicamida: 4 a 6 horas.
Fenilefrina: 3 a 5 horas.
Ciclopentolato: 6 a 24 horas.
Atropina: pode durar de 5 a 14 dias (uso muito específico).
Na maioria das consultas de rotina em adultos, usa-se a combinação tropicamida + fenilefrina, com duração média de 4 a 6 horas.
Cuidados após dilatar a pupila
Use óculos escuros ao sair da clínica — a sensibilidade à luz é intensa.
Evite dirigir. Idealmente, vá acompanhado ou vá de transporte.
Não force a leitura no celular ou no computador nas primeiras horas.
Não pingue outros colírios em casa sem orientação.
A dilatação passa sozinha — não há como “reverter” mais rápido.
Existe alguma contraindicação para dilatar a pupila?
A dilatação é segura na grande maioria dos casos. Existem, porém, algumas situações em que o oftalmologista avalia com mais cuidado:
Ângulo iridocorneano estreito: risco de precipitar um glaucoma agudo. O oftalmologista avalia previamente com gonioscopia e, em pacientes de risco, pode optar por outros métodos de exame.
Alergia conhecida ao colírio.
Uso de determinados medicamentos sistêmicos.
Após cirurgia intraocular recente (a critério médico).
Em pacientes com risco de glaucoma agudo, alternativas modernas incluem retinografia digital com câmera não-midriática (Daytona), que fotografa o fundo do olho sem necessidade de dilatar em muitos casos.
Quando o oftalmologista indica dilatar a pupila?
Exames de rotina anuais, especialmente acima dos 40 anos.
Todo diabético — pelo menos anualmente para rastrear retinopatia.
Míopes altos, para avaliar periferia da retina.
Suspeita de qualquer alteração de retina, mácula ou nervo óptico.
Investigação de sintomas como flashes de luz, moscas volantes súbitas ou perda de campo visual.
Medição de grau em crianças (com cicloplégico).
Perguntas frequentes sobre dilatar a pupila
Dilatar a pupila dói?
Não. Sente-se apenas uma leve ardência ao pingar o colírio, que dura poucos segundos. A dilatação em si é indolor.
Posso dirigir depois de dilatar a pupila?
Não é recomendado. A sensibilidade à luz e a visão de perto embaçada tornam a direção arriscada. Vá acompanhado ou use transporte por algumas horas após o exame.
A dilatação da pupila faz mal?
Não. É um procedimento rotineiro, feito milhões de vezes por ano no mundo com altíssima segurança. Os efeitos passam sozinhos em algumas horas.
Preciso ir acompanhado ao oftalmologista?
Sempre que houver possibilidade de dilatar a pupila, é o ideal — especialmente se você vai dirigir depois. Nem toda consulta exige dilatação, mas quando é indicada, o retorno em condições confortáveis depende de acompanhante ou transporte.
Posso trabalhar depois de dilatar a pupila?
Depende do tipo de trabalho. Atividades administrativas ou reuniões podem ser feitas com algum desconforto (visão de perto embaçada, sensibilidade à luz). Trabalhos que exijam leitura fina, direção ou operação de equipamentos ficam prejudicados por algumas horas.
Quantas vezes por ano preciso dilatar a pupila?
Em geral, uma vez por ano na consulta de rotina, a partir dos 40 anos. Diabéticos, míopes altos e pessoas com histórico familiar de doenças de retina podem precisar de duas ou mais avaliações anuais.
A dilatação da pupila faz efeito no dia seguinte?
Com os colírios usados na maioria das consultas (tropicamida + fenilefrina), o efeito é totalmente eliminado em até 8 horas — no dia seguinte a pupila já está normal. Com atropina, o efeito pode durar vários dias.
Conclusão
Dilatar a pupila é um dos passos mais importantes do exame oftalmológico completo — permite detectar precocemente doenças que, sem esse cuidado, só apareceriam em estágios avançados. Na Oftalmo Città, na Barra da Tijuca, integramos a dilatação a exames complementares como OCT, mapeamento de retina e campimetria computadorizada para um diagnóstico completo.
Atendemos os principais convênios. Caso necessite de atendimento no Rio de Janeiro, entre em contato com nossos atendentes e realize o seu agendamento: (21) 2493-8561 ou agende uma consulta conosco pelo WhatsApp!