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Conhecer histórico de doenças oculares ajuda na prevenção e diagnóstico precoce!

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O histórico de doenças oculares na família permite analisar se você possui predisposição a desenvolver determinados tipos de doenças oculares! Ou seja, essa é uma opção para proteger e cuidar da saúde ocular.  Mas afinal, quais são as doenças que possuem características hereditárias que é preciso acender o alerta? Continue a leitura e descubra as principais delas.

Problemas oculares hereditários



Muitos se esquecem que diversas doenças possuem caráter hereditário. Isso significa dizer que, se alguém na sua linhagem genética manifestar determinado tipo de doença, as chances que você também manifeste, são maiores em relação a pessoas sem esse histórico na família.

No caso das doenças oculares, parte dos problemas que afetam a visão podem ser transmitidos entre gerações. Entre elas, erros refrativos (astigmatismo, miopia e hipermetropia), glaucoma, catarata precoce, daltonismo, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), distrofias retinianas, neuropatias ópticas, etc. No caso do Glaucoma e Degeneração Macular e Distrofias retinianas, as chances são ainda maiores.

Glaucoma
O glaucoma é caracterizado por uma lesão progressiva do nervo óptico que, se não tratado, pode levar à perda significativa do campo de visão e até mesmo à cegueira! Nesse caso, se alguém na família possuir o diagnóstico de glaucoma, as chances podem aumentar em até 9 vezes quando comparado a uma pessoa sem histórico da doença na família!

Degeneração macular
A Degeneração Macular é a doença que compromete a região da mácula, área da retina responsável pela visão das cores, leitura e os detalhes que enxergamos.  Essa doença torna-se mais comum em caso de hereditariedade ou idade avançada. Os sintomas envolvem, principalmente, o comprometimento da visão central, além do embaçamento da visão, distorção da imagem e surgimento de uma mancha escura no centro da visão.

Distrofias retinianas
As distrofias retinianas são doenças nas quais as células da retina vão se deteriorando, levando à perda da visão. Exemplos dessas doenças são a Retinose pigmentar e a Amaurose congênita de Leber. Nas distrofias retinianas, o paciente pode iniciar o quadro com piora da visão em ambientes escuros ou com piora progressiva da visão central (utilizada para leitura e percepção de detalhes).

Alguém da família que possui uma das doenças citadas, o que fazer?



O primeiro passo é redobrar a atenção! E para isso, é preciso estabelecer a visita periódica ao médico oftalmologista. É importante que você informe ao seu médico especialista sobre as complicações oculares presentes no histórico da sua família. A partir daí, o profissional poderá realizar exames específicos, com intuito de diagnosticar, prevenir e tratar precocemente qualquer complicação.

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Resultado de Exames

Prof. Dr. Gustavo Novais

Córnea & Refrativa

Director of communications PanCornea Society (2015-2016).

Diretor de cursos da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (2015-2016).

Doutor em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo/ Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM).

Chefe do setor de córnea da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-RIO).

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-RIO).

Residência médica em Oftalmologia no Hospital Municipal da Piedade/RJ.

Fellowship em córnea e doenças externas – McGill University, Montreal/Canadá.

Fellowship em córnea e doenças externas – Hospital Oftalmológico de Sorocaba/SP.

Observership em córnea e doenças externas – Massachusetts Eye and Ear Infirmary- Harvard- Boston/EUA.

Observership em córnea e doenças externas – Bascom Palmer Eye Institute – Miami/EUA.

Prof. Dr. Eduardo Novais

Retina Cirúrgica/Clínica & Mácula

• Pós-doutorado pelo New England Eye Center at Tufts School of Medicine, Boston/Estados Unidos.

• Doutorado em Oftalmologia (Universidade Federal de São Paulo / Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM).

• Especialista em retina cirúrgica e clínica (UNIFESP/EPM).

• Oftalmologista formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e pelo International Council of Ophthalmology (ICO).

• Fellowship no The Henry C. Witelson Ocular Pathology Laboratory – McGill University, Montreal/Canadá.

• Membro da equipe de pesquisa clínica em Oftalmologia da Unifesp/EPM, liderada pelo Prof. Dr. Rubens Belfort Jr. e Profa. Dra. Cristina Muccioli.

• Membro da Academia Brasileira de Oftalmologia (ABO).
Membro do programa “Jovens lideranças médicas” da Academia Nacional de Medicina.

• Membro Titular da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.