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Publicação: 18.08.2022 .::. Atualização: 29.01.2026 5 min. de leitura

Conheça as principais doenças oculares na infância

Pessoa segurando óculos em fundo claro.

O diagnóstico precoce de doenças é sempre a melhor opção. Quando o assunto é doenças oculares na infância, isso não é ainda mais importante. Como se trata do início da vida do indivíduo, esse é um período de desenvolvimento do corpo humano, o que amplia a importância dos cuidados com a saúde ocular. 

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), três a cada 20 crianças do ensino fundamental possuem alguma complicação nos olhos.

Desse modo, é necessário que, desde cedo, haja o acompanhamento oftalmológico, a fim de que o especialista possa identificar as possíveis alterações, e, portanto, preveni-las e/ou tratá-las, tendo em vista que as mesmas podem prejudicar as atividades dos pequenos, principalmente ao que se refere às atividades escolares.

Continue lendo e saiba mais sobre as principais doenças oculares na infância!

Erros Refrativos

Em primeiro lugar, uma das doenças oculares mais comuns na infância diz respeito aos erros refrativos (grau). No início da vida, o bebê nasce hipermétrope (grau positivo), tendo em vista que o globo ocular ainda está em fase de desenvolvimento. 

Após essa fase, com o decorrer do tempo, é possível que esse erro refracional diminua. Em outros casos, a criança pode desenvolver a miopia (dificuldade em enxergar objetos distantes) ou astigmatismo (erro refrativo na curvatura da córnea que gera a visão turva). Recentemente, estudos mostraram que o uso exagerado de celulares e tablets tem aumentado o desenvolvimento da miopia, aumentando significativamente o diagnóstico desse erro refracional.

Por isso, é importante que os pais mantenham a atenção a sinais como: dificuldades para enxergar objetos, olhos vermelhos e sensibilidade à luz, e mesmo que ainda não manifestem sintomas, é importante procurar um oftalmologista periodicamente. Outro sinal de problemas oculares também pode ser o desinteresse escolar, principalmente em atividades que envolvam leitura, escrita e até mesmo desenho. 

Retinoblastoma

O Retinoblastoma também pode ser inserido entre os principais problemas oculares na infância. Trata-se de um tumor intraocular nas células da retina, que pode ocorrer de forma unilateral (quando acomete apenas um dos olhos) ou bilateral (quando o tumor é encontrado nos dois olhos), ocasionado por mutação genética.

Nas crianças, pode ocorrer desde o seu nascimento até idades mais avançadas. Apesar de ser o câncer ocular mais comum na infância, é possível o tratamento a partir do diagnóstico precoce. Desse modo, de acordo com a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a chance de cura é de até 90%. Nesses casos, a criança pode ter a sua visão preservada. 

Caso contrário, em um diagnóstico tardio, as possibilidades de tratamento são menores e a criança pode ter a sua visão afetada para toda a vida. Por isso, a frequência nos exames, principalmente, no “Teste do Olhinho”, torna-se fundamental para a prevenção.

Catarata e Glaucoma congênitos 

Os problemas congênitos também estão entre as principais doenças oculares na infância. Exemplo disso, é a Catarata Congênita, uma alteração que gera opacidade do cristalino – lente natural dos olhos – e que pode ocorrer ainda durante a gestação. 

Esse problema pode se apresentar já no nascimento ou após esse período e pode ocasionar desde perda parcial até a perda total da visão, tendo como principal sintoma a presença de uma “mancha branca” no centro dos olhos (pupila). Para um diagnóstico preciso, é importante submeter a criança ao “Teste do Olhinho” ou exame oftalmológico completo.

Já o Glaucoma congênito, também é uma possibilidade entre as doenças oculares na infância, podendo envolver crianças até os 3 anos de vida. Trata-se de uma consequência da pressão intraocular que, caso obtenha um diagnóstico tardio, pode levar à perda total de visão. 

Leucocoria ou “Olhos de gato” 

A Leucocoria trata-se de um reflexo branco pupilar na presença forte de luz, que se refere a alguma doença intraocular na infância. 

Essa condição pode estar relacionada tanto à catarata congênita, como ao retinoblastoma e outras doenças na retina. Outra possibilidade é a doença rara de Coats, uma alteração nos vasos sanguíneos da retina. 

A importância dos exames preventivos

Manter a regularidade nos exames oculares é fundamental para qualquer idade, principalmente para a infância, que como dito acima, é a fase de desenvolvimento da região ocular. 

Por isso, além de manter a atenção aos possíveis sintomas oculares presentes na criança, as avaliações, tais como o“Teste do Olhinho” tornam-se indispensáveis para o diagnóstico e tratamento precoce de doenças nos olhos. 

No Centro Oftalmológico Città (Oftalmo Città), temos uma estrutura completa localizada no Rio de Janeiro, com equipamentos tecnológicos e profissionais especializados para atender seu filho e prevenir doenças oculares na infância. Acesse nosso site e saiba mais! 

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Citta

18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados?

Já se perguntou por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados? 

Dentre as diversas curiosidades do olho humano, está a associação entre o amor e a pupila dilatada. Isso porque, quando estamos apaixonados, nossos olhos não mentem! Eles também são capazes de expressar nossas emoções e sentimentos!

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre o tema! 

Nossas pupilas dilatam em mais de 40% quando estamos apaixonados

Ao nos depararmos com a pessoa pela qual estamos apaixonados, há uma maior produção do hormônio dopamina no nosso organismo. Uma das funções desse hormônio é regular o comportamento emocional do indivíduo. Além disso, o organismo também produz a noradrenalina, neurotransmissor liberado pelo sistema nervoso simpático. 

Como consequência da produção desses hormônios, nosso sistema nervoso promove dilatação da nossa pupila – sendo essa uma reação involuntária, a fim de reter maior atenção na pessoa que conquistou o nosso coração. 

Ademais, outros sinais, como taquicardia e suor podem ser respostas fisiológicas também presentes, devido a um estímulo de excitação emocional. 

Quais outras causas podem deixar a pupila dilatada?

Além da paixão, existem diversos motivos que fazem a pupila dilatar. Alguns dos principais são:

  • Medo por algum motivo;
  • Consumo de alguns medicamentos;
  • Alcoolismo e uso de drogas;
  • Alterações na luz (ambientes escuros);
  • Lesões e doenças oculares;
  • Entre outros.

Teste de fundo de olho

O uso de colírios oftalmológicos para dilatar a pupila é comum em alguns exames, como por exemplo, a fundoscopia (também chamada de Teste de Fundo de Olho) e o Mapeamento de Retina. Nesses exames, a dilatação é realizada para que se tenha uma visualização melhor da retina, permitindo a avaliação de estruturas mais periféricas. Sendo assim, é um método fundamental e eficaz para detecção de  diversas doenças oculares.

Está apresentando algum sintoma nos olhos? Já fez um exame de fundoscopia? A Oftalmo Città, clínica especializada em oftalmologia no Rio de Janeiro, possui um corpo clínico altamente preparado para atendê-lo.

Mulher com problemas de visão trabalhando no computador.
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Cuidado: o estresse em excesso pode afetar sua visão ocular

O estresse no dia a dia pode gerar consequências à sua saúde ocular! Pacientes que são submetidos a situações de níveis de estresse elevados, podem ter sua visão afetada de várias formas, ao ponto de manifestar sintomas como coceira, dores de cabeça e visão turva. Embora não seja classificada como doença, é preciso tomar cuidado com o impacto do estresse em sua saúde. Sendo assim, continue a leitura para saber como impedir que essa tensão prejudique a saúde dos seus olhos.

A visão e o estresse

Assim como outras partes do corpo, os nossos olhos contam com uma musculatura especifica para funcionar bem! No caso da visão, a acomodação visual, responsável pelo foco da imagem, possui bom desempenho quando a musculatura ocular, que molda o cristalino (lente natural do nosso olho) para obter o foco, está em perfeito funcionamento.

O estresse, por sua vez, é capaz de provocar espasmos em qualquer musculatura do corpo. Quando submetido a tensão do cotidiano, a musculatura presente no olho pode falhar e desencadear sintomas como dores de cabeça, visão embaçada, ardência ocular e miopia induzida (mudança do grau).

Como identificar os sinais de estresse através dos olhos?

Em momentos de pressões, preocupações e responsabilidades do dia a dia, você já pode ter sentido sua pálpebra tremer, seus olhos coçarem ou sentir um leve desconforto na visão. Todos esses sintomas podem ser consequências do estresse refletindo nos seus olhos. Quando isso acontecer, é um sinal do seu corpo, alertando que algo não está certo.

Um outro problema que pode estar relacionado a pessoas estressadas, ansiosas e perfeccionistas é a coriorretinopatia serosa central. Nessa doença, existe um extravasamento de líquido abaixo da retina. Os sintomas incluem:

– Visão distorcida na região central
– Hipermetropia induzida (mudança do grau)
– Metamorfopsia (tortuosidade das letras) ou micropsia (diminuição no tamanho da imagem)

O que fazer para diminuir os sintomas?

Em primeiro lugar, busque ajuda médica! Se as situações estressantes ocorrem com frequência em sua vida, procure tratamento para que isso não afete a sua qualidade de vida.

Para evitar que os olhos manifestem os sintomas citados no artigo, separamos algumas dicas que vão ajudar a diminuir esse impacto. Confira abaixo:

– Faça pausas e olhe um ponto fixo por 30 segundos
– Pisque bastante
– No ambiente de trabalho, certifique-se de que o espaço está bem iluminado
– Consulte um oftalmologista regularmente

Somente o médico especialista saberá indicar o melhor tratamento para sua visão! Não deixe de visita-lo pelo menos uma vez ao ano

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?
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18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?

Quem nunca foi ao médico realizar um exame oftalmológico e saiu da clínica com a pupila dilatada e a sensação de sensibilidade à luz? 

Trata-se de uma consequência da dilatação, procedimento necessário para confirmar o grau do paciente e também para realizar o exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia, que permite uma avaliação completa da estrutura intraocular, com maior visibilidade da retina e do nervo óptico.

Continue lendo e saiba mais sobre o porquê de dilatar a pupila para o exame oftalmológico: 

Como ocorre a dilatação no exame oftalmológico? 

A dilatação no exame oftalmológico ocorre através do uso de colírios. O objetivo é relaxar a musculatura da pupila, popularmente conhecida como “menina dos olhos”. 

O tempo de dilatação pode variar de acordo com o colírio utilizado e também de paciente para paciente, podendo durar de minutos até algumas horas.

Para que serve a dilatação da pupila? 

Apesar do desconforto e da sensação de vista embaçada causados pela dilatação da pupila neste exame oftalmológico, essa avaliação é muito importante para o diagnóstico de doenças oculares, como por exemplo o descolamento da retina, Retinopatia diabética, Glaucoma, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), entre outras.

Além disso, pode ser utilizado para conferir grau correto em crianças e adolescentes, sendo necessário até mesmo para avaliação de rotina.

Onde realizar o exame? 

Centro Oftalmológico Cittá (COC), é uma rede de grande credibilidade e referência para a saúde ocular no Rio de Janeiro (RJ). Além de uma estrutura completa, o centro compreende profissionais capacitados para realizar um atendimento completo e os exames oftalmológicos necessários para acompanhamento. 

Confie a saúde dos seus olhos a uma equipe qualificada, agende já a sua avaliação na COC.