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Publicação: 18.08.2022 .::. Atualização: 29.01.2026 3 min. de leitura

Bebês precisam ir ao oftalmologista?

O desenvolvimento do bebê tem relação direta com sua saúde ocular. Devemos estar atentos ao desenvolvimento visual do bebê. A visão se desenvolve nos dois primeiros anos de vida e precisamos acompanhar essa evolução e tratar problemas precocemente para evitar sequelas permanentes.

Importância do Teste do Olhinho

Logo após o nascimento o bebê deve ser submetido ao “Teste do olhinho” ou TRV (Teste do Reflexo Vermelho). No Brasil, a realização deste exame na maternidade é obrigatória.

O Teste do Olhinho é de extrema importância para a detecção precoce de alterações como glaucoma, catarata ou retinoblastoma, permitindo a intervenção imediata e um tratamento efetivo.

Em caso de dúvida, esse teste deve ser repetido por um oftalmologista após a alta.

Como a visão do bebê se desenvolve?

No primeiro mês: consegue perceber a luz e fecha os olhinhos ao ser exposto diretamente à um feixe de luz.

No segundo mês: é comum dar início ao contato visual, desperta atenção por objetos brilhantes, além de conseguir focar no rosto da mãe.

No terceiro mês: o neném passa a reagir à exposição de cores e altos contrastes. É capaz de identificar feições comuns em seu cotidiano, e começa a responder através de expressões faciais.

No sexto mês: a visão já esta mais desenvolvida. O bebê consegue focar pessoas, objetos e imagens a diferentes distâncias consegue fixar por mais tempo.

Somente aos 2 anos de idade o sistema visual está totalmente maduro e a criança apresenta visão nítida.

Qual o papel dos pais nos cuidados com a visão da criança?

Os pais precisam levar o bebê ao oftalmologista para que uma avaliação completa seja realizada e problemas sejam tratados precocemente. O ideal é que a primeira avaliação seja realizada por volta dos 3 meses de vida. Caso não haja nenhum problema que necessite de tratamento e acompanhamento, uma nova consulta deve ser realizada antes dos dois anos de idade.

ambliopia, também conhecida como olho preguiçoso, normalmente não causa qualquer sintoma. Por isso recomenda-se que toda criança antes dos dois anos de idade seja avaliada por um oftalmologista para um exame oftalmológico completo. O tratamento da ambliopia consiste no uso de óculos e tampão para estimular o desenvolvimento visual do “olho preguiçoso”.

Além disso, deve-se evitar ao máximo a exposição a telas como celulares e tablets. Recomenda-se que antes dos dois anos de idade a criança não seja exposta a estes aparelhos. Tem se observado que crianças que ficam muito tempo expostas a telas a uma distância próxima têm maior risco de desenvolvimento de miopia e estrabismo.

Recomenda-se também pelo menos 3 horas de atividades ao ar livre. A exposição a luz solar com proteção (chapéu/ sombra/ óculos de sol) ajuda no desenvolvimento visual e previne o aparecimento de miopia.

Gostou do conteúdo e ficou interessado em marcar uma consulta? Tem alguma dúvida? Entre em contato pelo telefone ou WhatsApp: (21) 2493-8561 ou acesse o nosso site: www.wordpress-1195585-4388142.cloudwaysapps.com

Publicado por Editorial

Conteúdos em foco

Citta

18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados?

Já se perguntou por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados? 

Dentre as diversas curiosidades do olho humano, está a associação entre o amor e a pupila dilatada. Isso porque, quando estamos apaixonados, nossos olhos não mentem! Eles também são capazes de expressar nossas emoções e sentimentos!

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre o tema! 

Nossas pupilas dilatam em mais de 40% quando estamos apaixonados

Ao nos depararmos com a pessoa pela qual estamos apaixonados, há uma maior produção do hormônio dopamina no nosso organismo. Uma das funções desse hormônio é regular o comportamento emocional do indivíduo. Além disso, o organismo também produz a noradrenalina, neurotransmissor liberado pelo sistema nervoso simpático. 

Como consequência da produção desses hormônios, nosso sistema nervoso promove dilatação da nossa pupila – sendo essa uma reação involuntária, a fim de reter maior atenção na pessoa que conquistou o nosso coração. 

Ademais, outros sinais, como taquicardia e suor podem ser respostas fisiológicas também presentes, devido a um estímulo de excitação emocional. 

Quais outras causas podem deixar a pupila dilatada?

Além da paixão, existem diversos motivos que fazem a pupila dilatar. Alguns dos principais são:

  • Medo por algum motivo;
  • Consumo de alguns medicamentos;
  • Alcoolismo e uso de drogas;
  • Alterações na luz (ambientes escuros);
  • Lesões e doenças oculares;
  • Entre outros.

Teste de fundo de olho

O uso de colírios oftalmológicos para dilatar a pupila é comum em alguns exames, como por exemplo, a fundoscopia (também chamada de Teste de Fundo de Olho) e o Mapeamento de Retina. Nesses exames, a dilatação é realizada para que se tenha uma visualização melhor da retina, permitindo a avaliação de estruturas mais periféricas. Sendo assim, é um método fundamental e eficaz para detecção de  diversas doenças oculares.

Está apresentando algum sintoma nos olhos? Já fez um exame de fundoscopia? A Oftalmo Città, clínica especializada em oftalmologia no Rio de Janeiro, possui um corpo clínico altamente preparado para atendê-lo.

Mulher com problemas de visão trabalhando no computador.
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Cuidado: o estresse em excesso pode afetar sua visão ocular

O estresse no dia a dia pode gerar consequências à sua saúde ocular! Pacientes que são submetidos a situações de níveis de estresse elevados, podem ter sua visão afetada de várias formas, ao ponto de manifestar sintomas como coceira, dores de cabeça e visão turva. Embora não seja classificada como doença, é preciso tomar cuidado com o impacto do estresse em sua saúde. Sendo assim, continue a leitura para saber como impedir que essa tensão prejudique a saúde dos seus olhos.

A visão e o estresse

Assim como outras partes do corpo, os nossos olhos contam com uma musculatura especifica para funcionar bem! No caso da visão, a acomodação visual, responsável pelo foco da imagem, possui bom desempenho quando a musculatura ocular, que molda o cristalino (lente natural do nosso olho) para obter o foco, está em perfeito funcionamento.

O estresse, por sua vez, é capaz de provocar espasmos em qualquer musculatura do corpo. Quando submetido a tensão do cotidiano, a musculatura presente no olho pode falhar e desencadear sintomas como dores de cabeça, visão embaçada, ardência ocular e miopia induzida (mudança do grau).

Como identificar os sinais de estresse através dos olhos?

Em momentos de pressões, preocupações e responsabilidades do dia a dia, você já pode ter sentido sua pálpebra tremer, seus olhos coçarem ou sentir um leve desconforto na visão. Todos esses sintomas podem ser consequências do estresse refletindo nos seus olhos. Quando isso acontecer, é um sinal do seu corpo, alertando que algo não está certo.

Um outro problema que pode estar relacionado a pessoas estressadas, ansiosas e perfeccionistas é a coriorretinopatia serosa central. Nessa doença, existe um extravasamento de líquido abaixo da retina. Os sintomas incluem:

– Visão distorcida na região central
– Hipermetropia induzida (mudança do grau)
– Metamorfopsia (tortuosidade das letras) ou micropsia (diminuição no tamanho da imagem)

O que fazer para diminuir os sintomas?

Em primeiro lugar, busque ajuda médica! Se as situações estressantes ocorrem com frequência em sua vida, procure tratamento para que isso não afete a sua qualidade de vida.

Para evitar que os olhos manifestem os sintomas citados no artigo, separamos algumas dicas que vão ajudar a diminuir esse impacto. Confira abaixo:

– Faça pausas e olhe um ponto fixo por 30 segundos
– Pisque bastante
– No ambiente de trabalho, certifique-se de que o espaço está bem iluminado
– Consulte um oftalmologista regularmente

Somente o médico especialista saberá indicar o melhor tratamento para sua visão! Não deixe de visita-lo pelo menos uma vez ao ano

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?
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18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?

Quem nunca foi ao médico realizar um exame oftalmológico e saiu da clínica com a pupila dilatada e a sensação de sensibilidade à luz? 

Trata-se de uma consequência da dilatação, procedimento necessário para confirmar o grau do paciente e também para realizar o exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia, que permite uma avaliação completa da estrutura intraocular, com maior visibilidade da retina e do nervo óptico.

Continue lendo e saiba mais sobre o porquê de dilatar a pupila para o exame oftalmológico: 

Como ocorre a dilatação no exame oftalmológico? 

A dilatação no exame oftalmológico ocorre através do uso de colírios. O objetivo é relaxar a musculatura da pupila, popularmente conhecida como “menina dos olhos”. 

O tempo de dilatação pode variar de acordo com o colírio utilizado e também de paciente para paciente, podendo durar de minutos até algumas horas.

Para que serve a dilatação da pupila? 

Apesar do desconforto e da sensação de vista embaçada causados pela dilatação da pupila neste exame oftalmológico, essa avaliação é muito importante para o diagnóstico de doenças oculares, como por exemplo o descolamento da retina, Retinopatia diabética, Glaucoma, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), entre outras.

Além disso, pode ser utilizado para conferir grau correto em crianças e adolescentes, sendo necessário até mesmo para avaliação de rotina.

Onde realizar o exame? 

Centro Oftalmológico Cittá (COC), é uma rede de grande credibilidade e referência para a saúde ocular no Rio de Janeiro (RJ). Além de uma estrutura completa, o centro compreende profissionais capacitados para realizar um atendimento completo e os exames oftalmológicos necessários para acompanhamento. 

Confie a saúde dos seus olhos a uma equipe qualificada, agende já a sua avaliação na COC.