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Publicação: 12.09.2023 .::. Atualização: 08.06.2026 11 min. de leitura

Descolamento de Retina: Sintomas, Causas e Tratamento | Oftalmo Città

O descolamento de retina é uma condição ocular séria que pode levar à perda de visão permanente se não for tratada a tempo. Embora essa seja uma situação preocupante, é possível adotar medidas preventivas e cuidados adequados para reduzir o risco de descolamento de retina. Neste artigo, abordaremos o que é o descolamento de retina, como preveni-lo e quais cuidados tomar para manter a saúde ocular.

representação de um descolamento de retina

 

⚠️ Atenção — se você tem flashes de luz súbitos, mosca volante recente ou cortina na visão:

Procure pronto-socorro hospitalar com plantão oftalmológico imediatamente. A Oftalmo Città atua com consulta agendada, exames complementares e acompanhamento pré e pós-operatório — não realiza atendimento de emergência. Em caso de descolamento ativo, o atendimento deve ser feito em hospital com plantão.

Neste artigo você vai entender:

  • o que é descolamento de retina;
  • os sintomas e sinais de alerta;
  • quais são as causas e fatores de risco;
  • como é feito o diagnóstico;
  • opções de tratamento e recuperação;
  • como prevenir e quando fazer mapeamento de retina.

O que é descolamento de retina?

A retina é uma membrana fina, fotossensível, que reveste a parede interna do fundo do olho. É ela quem capta a luz e converte em impulsos elétricos enviados ao cérebro pelo nervo óptico — o que nos permite enxergar.

O descolamento de retina é uma emergência ocular em que a retina — a fina camada que reveste o fundo do olho — se separa da sua posição normal, interrompendo a passagem das imagens para o cérebro. Os principais sintomas são o aparecimento súbito de flashes de luz, aumento abrupto de moscas volantes e a sensação de uma “cortina” ou sombra escura cobrindo parte do campo visual. Se você está apresentando esses sinais agora, procure um pronto-socorro oftalmológico imediatamente — quanto mais rápido o tratamento, maior a chance de recuperar a visão.

No descolamento de retina, essa camada se separa do tecido subjacente (epitélio pigmentado da retina) e perde sua nutrição. Sem nutrição, as células fotorreceptoras param de funcionar — e, se a separação durar muito, morrem definitivamente. Por isso o fator tempo é decisivo: o descolamento é uma das poucas situações da oftalmologia em que cada hora conta.

Quais são os tipos de descolamento de retina?

  • Regmatogênico (o mais comum): começa com uma rasgadura na retina. O líquido vítreo passa pela rasgadura e descola a retina. Frequente em míopes altos e pessoas mais velhas. Pode ocorrer após cirurgia de catarata
  • Tracional: tecidos fibrosos puxam a retina, descolando-a. Comum em casos avançados de retinopatia diabética.
  • Exsudativo: fluido se acumula entre a retina e a parede do olho, sem rasgadura, geralmente por inflamação ou tumor.

Quais são os sintomas e sinais de alerta?

Os sintomas costumam ser súbitos e indolores — o descolamento de retina não dói. Os três sinais clássicos são:

1. Flashes de luz (fotopsias)

Sensação súbita de “raios”, “clarões” ou luzes piscando no canto da visão, mesmo com os olhos fechados. Costumam aparecer no escuro ou ao mudar a posição da cabeça.

2. Aumento súbito de moscas volantes

Pontos pretos, fios, teias de aranha ou “sujeirinhas” que flutuam na visão. Não é o aparecimento gradual de uma única moscinha (comum no envelhecimento), mas o aumento abrupto da quantidade — ou uma chuva de pontos pretos. Veja também nosso post sobre moscas volantes.

3. “Cortina” ou sombra cobrindo a visão

Sensação de um véu escuro, mancha ou sombra surgindo de cima, de baixo ou de um dos lados, e que progride pelo campo visual. Esse é o sinal mais avançado — indica que parte da retina já está descolada.

Outros sinais possíveis

  • visão central embaçada ou distorcida;
  • perda parcial e súbita de visão em parte do campo visual;
  • dificuldade súbita para ler ou reconhecer rostos.

Quais são as causas e os fatores de risco?

Algumas pessoas têm risco maior de descolamento de retina e devem ter acompanhamento mais cuidadoso:

Fatores de risco principais

  • miopia alta (acima de -6,00 dioptrias);
  • idade acima de 50 anos (descolamento posterior do vítreo é comum nessa faixa);
  • diabetes, especialmente com retinopatia diabética avançada;
  • histórico familiar de descolamento de retina;
  • descolamento prévio no outro olho (risco aumentado em até 15% no olho contralateral);
  • trauma ocular (pancadas, acidentes, lesões esportivas);
  • cirurgia ocular prévia, especialmente catarata;
  • doenças inflamatórias intraoculares (uveítes);
  • esportes de impacto: boxeadores, jogadores de futebol e outros atletas estão em maior risco, como mostramos no post sobre atletas que tiveram a carreira prejudicada pelo descolamento de retina.

E o que causa o descolamento em si?

A causa mais frequente é o envelhecimento natural do humor vítreo (o gel que preenche o olho). Com a idade, o vítreo se desidrata e se contrai. Ao se contrair, pode tracionar a retina e formar rasgaduras. Por essas rasgaduras, líquido se infiltra e descola a retina.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do descolamento de retina é feito por exame oftalmológico com a pupila dilatada. Os principais exames usados são:

  • Mapeamento de retina (oftalmoscopia indireta sob midríase): permite visualizar diretamente toda a periferia da retina, onde costumam aparecer as rasgaduras. Conheça este exame.
  • OCT (Tomografia de Coerência Óptica): exame de alta resolução que mostra cortes da retina em detalhe, fundamental para avaliar se a mácula está envolvida. Veja como funciona o OCT.
  • Retinografia: fotografia colorida do fundo do olho, útil para documentar e comparar evolução.
  • Ultrassonografia ocular: usada quando há opacificação do meio (catarata avançada, hemorragia vítrea) que impede a visualização direta da retina.

Em pacientes com fatores de risco — miopia alta, diabetes, descolamento prévio, histórico familiar — o mapeamento de retina periódico é a forma mais eficaz de detectar rasgaduras antes que evoluam para descolamento. Agende sua avaliação na Oftalmo Città.

Qual é o tratamento?

O tratamento depende do estágio:

Rasgadura sem descolamento (estágio inicial)

Quando o oftalmologista identifica uma rasgadura na retina sem descolamento associado, o tratamento é feito com fotocoagulação a laser ou crioterapia (congelamento), em consultório, com anestesia local. O laser sela a rasgadura e impede a evolução para descolamento. É um procedimento rápido (15 a 30 minutos).

Descolamento já instalado (cirurgia)

Quando há descolamento, o tratamento é cirúrgico — e urgente. As três principais técnicas são:

  • Vitrectomia: remoção do humor vítreo, drenagem do líquido sub-retiniano e reposicionamento da retina, com tamponamento por gás ou óleo de silicone.
  • Retinopexia pneumática: injeção de bolha de gás dentro do olho, que empurra a retina contra a parede e permite a cicatrização.
  • Faixa episcleral (introflexão escleral): implante de uma faixa de silicone ao redor do olho, criando uma reentrância que aproxima a parede ocular da retina descolada.

A escolha da técnica depende do tipo e da extensão do descolamento, da localização das rasgaduras e das condições gerais do paciente. Veja mais sobre a cirurgia de descolamento de retina.

Como funciona na Oftalmo Città: realizamos avaliação, exames complementares e todo o acompanhamento pós-operatório. As cirurgias de descolamento de retina são realizadas em hospital parceiro com infraestrutura específica de retina, com a equipe acompanhando o paciente em cada etapa.

Como é a recuperação da cirurgia?

Cronograma típico (varia conforme a técnica usada):

  • Primeiras 24h: olho protegido, repouso parcial, retorno para revisão no dia seguinte.
  • Primeira semana: uso intensivo de colírios antibióticos e anti-inflamatórios. Em técnicas com tamponamento por gás ou óleo, posicionamento facial específico (decúbito ventral ou lateral) por vários dias, conforme orientação.
  • Primeiro mês: retomada gradual de atividades. Visão evolui progressivamente, mas a recuperação total pode levar meses.
  • 3 a 6 meses: estabilização final da visão. Em alguns casos, óleo de silicone usado como tamponamento é removido em segunda cirurgia.

Restrições importantes no pós-operatório:

  • não viajar de avião por 4 a 6 semanas se houver bolha de gás (risco de expansão da bolha em altitude);
  • evitar esforço físico intenso e levantar peso por 30 dias;
  • manter posicionamento facial conforme prescrito;
  • comparecer a todas as consultas de acompanhamento.

Como prevenir o descolamento de retina?

Não é possível prevenir 100% dos casos, mas é possível detectar precocemente e evitar a progressão:

  • consultas oftalmológicas periódicas com mapeamento de retina, principalmente em grupos de risco;
  • controle rigoroso da glicemia em pacientes com diabetes;
  • uso de óculos de proteção em esportes de impacto e atividades de risco (marcenaria, corte de grama);
  • não ignorar sintomas como flashes e moscas volantes súbitas;
  • míopes altos devem evitar atividades com impacto forte ou trauma — saiba mais nos sinais que indicam descolamento de retina.

Com que frequência fazer mapeamento de retina?

As recomendações gerais (que devem ser ajustadas pelo oftalmologista conforme o caso):

  • população geral acima de 40 anos: a cada 1-2 anos junto da consulta de rotina;
  • míopes altos (-6,00 ou mais): anualmente;
  • diabéticos: anualmente, sempre que possível com retinografia para documentação;
  • histórico familiar de descolamento: anualmente;
  • descolamento prévio em um olho: a cada 6 meses no olho contralateral, conforme orientação do retinólogo.

Perguntas frequentes sobre descolamento de retina

Descolamento de retina dói?

Não. O descolamento de retina é indolor — a retina não tem terminações nervosas para dor. Por isso o sintoma é exclusivamente visual (flashes, moscas, cortina). A ausência de dor faz com que muitas pessoas demorem para procurar atendimento, o que piora o prognóstico.

Descolamento de retina tem cura?

Sim, na grande maioria dos casos. O tratamento cirúrgico recoloca a retina no lugar e, quanto mais cedo for feito, melhor a recuperação da visão. Cerca de 80-90% dos descolamentos são corrigidos com uma única cirurgia; alguns requerem reintervenção.

Recupero 100% da visão após a cirurgia?

Depende de duas coisas: se a mácula (área central da retina) estava ou não envolvida no descolamento, e de quanto tempo se passou antes da cirurgia. Quando a mácula não estava descolada, a recuperação visual é excelente. Quando estava descolada, a visão central pode ficar parcialmente comprometida mesmo após cirurgia bem-sucedida — daí a importância da urgência.

Posso voar de avião depois da cirurgia?

Não imediatamente. Se a cirurgia usou bolha de gás como tamponamento, viagens aéreas estão proibidas por 4 a 6 semanas — a redução de pressão na cabine pode expandir a bolha e elevar perigosamente a pressão intraocular. Com óleo de silicone, não há essa restrição. O cirurgião sempre orienta caso a caso.

Quem tem miopia alta vai ter descolamento?

Nem todo míope alto desenvolve descolamento, mas o risco é claramente maior — em torno de 6x maior do que na população geral. Por isso, míopes acima de -6,00 dioptrias devem fazer mapeamento de retina anualmente, mesmo sem sintomas.

Descolamento de retina pode voltar?

Pode. Após uma cirurgia bem-sucedida, ainda há risco de novo descolamento (no mesmo olho ou no outro). Por isso o acompanhamento periódico continua sendo essencial pelo resto da vida do paciente.

Faço acompanhamento pós-cirurgia em qual clínica?

O acompanhamento pode ser feito em qualquer clínica oftalmológica de confiança que tenha estrutura para mapeamento de retina, OCT e biomicroscopia. Na Oftalmo Città, na Barra da Tijuca, oferecemos esse acompanhamento e atendemos os principais convênios do Rio de Janeiro.

Conclusão

Descolamento de retina é um quadro grave, mas com excelente prognóstico quando tratado nas primeiras horas. Os três sinais de alerta — flashes súbitos, moscas volantes em chuva, cortina escura — devem sempre ser levados a sério, mesmo que pareçam discretos.

Em caso de sintomas ativos, vá ao pronto-socorro hospitalar com plantão oftalmológico. Para avaliação preventiva de risco, mapeamento de retina periódico ou acompanhamento pós-operatório, a equipe da Oftalmo Città está à disposição.

Agende uma consulta conosco e saiba mais sobre como proteger sua saúde ocular.

📞 Agendamento de avaliação ou acompanhamento — (21) 2493-8561

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Publicado por Editorial

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Citta

18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados?

Já se perguntou por que a nossa pupila dilata quando estamos apaixonados? 

Dentre as diversas curiosidades do olho humano, está a associação entre o amor e a pupila dilatada. Isso porque, quando estamos apaixonados, nossos olhos não mentem! Eles também são capazes de expressar nossas emoções e sentimentos!

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre o tema! 

Nossas pupilas dilatam em mais de 40% quando estamos apaixonados

Ao nos depararmos com a pessoa pela qual estamos apaixonados, há uma maior produção do hormônio dopamina no nosso organismo. Uma das funções desse hormônio é regular o comportamento emocional do indivíduo. Além disso, o organismo também produz a noradrenalina, neurotransmissor liberado pelo sistema nervoso simpático. 

Como consequência da produção desses hormônios, nosso sistema nervoso promove dilatação da nossa pupila – sendo essa uma reação involuntária, a fim de reter maior atenção na pessoa que conquistou o nosso coração. 

Ademais, outros sinais, como taquicardia e suor podem ser respostas fisiológicas também presentes, devido a um estímulo de excitação emocional. 

Quais outras causas podem deixar a pupila dilatada?

Além da paixão, existem diversos motivos que fazem a pupila dilatar. Alguns dos principais são:

  • Medo por algum motivo;
  • Consumo de alguns medicamentos;
  • Alcoolismo e uso de drogas;
  • Alterações na luz (ambientes escuros);
  • Lesões e doenças oculares;
  • Entre outros.

Teste de fundo de olho

O uso de colírios oftalmológicos para dilatar a pupila é comum em alguns exames, como por exemplo, a fundoscopia (também chamada de Teste de Fundo de Olho) e o Mapeamento de Retina. Nesses exames, a dilatação é realizada para que se tenha uma visualização melhor da retina, permitindo a avaliação de estruturas mais periféricas. Sendo assim, é um método fundamental e eficaz para detecção de  diversas doenças oculares.

Está apresentando algum sintoma nos olhos? Já fez um exame de fundoscopia? A Oftalmo Città, clínica especializada em oftalmologia no Rio de Janeiro, possui um corpo clínico altamente preparado para atendê-lo.

Mulher com problemas de visão trabalhando no computador.
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Cuidado: o estresse em excesso pode afetar sua visão ocular

O estresse no dia a dia pode gerar consequências à sua saúde ocular! Pacientes que são submetidos a situações de níveis de estresse elevados, podem ter sua visão afetada de várias formas, ao ponto de manifestar sintomas como coceira, dores de cabeça e visão turva. Embora não seja classificada como doença, é preciso tomar cuidado com o impacto do estresse em sua saúde. Sendo assim, continue a leitura para saber como impedir que essa tensão prejudique a saúde dos seus olhos.

A visão e o estresse

Assim como outras partes do corpo, os nossos olhos contam com uma musculatura especifica para funcionar bem! No caso da visão, a acomodação visual, responsável pelo foco da imagem, possui bom desempenho quando a musculatura ocular, que molda o cristalino (lente natural do nosso olho) para obter o foco, está em perfeito funcionamento.

O estresse, por sua vez, é capaz de provocar espasmos em qualquer musculatura do corpo. Quando submetido a tensão do cotidiano, a musculatura presente no olho pode falhar e desencadear sintomas como dores de cabeça, visão embaçada, ardência ocular e miopia induzida (mudança do grau).

Como identificar os sinais de estresse através dos olhos?

Em momentos de pressões, preocupações e responsabilidades do dia a dia, você já pode ter sentido sua pálpebra tremer, seus olhos coçarem ou sentir um leve desconforto na visão. Todos esses sintomas podem ser consequências do estresse refletindo nos seus olhos. Quando isso acontecer, é um sinal do seu corpo, alertando que algo não está certo.

Um outro problema que pode estar relacionado a pessoas estressadas, ansiosas e perfeccionistas é a coriorretinopatia serosa central. Nessa doença, existe um extravasamento de líquido abaixo da retina. Os sintomas incluem:

– Visão distorcida na região central
– Hipermetropia induzida (mudança do grau)
– Metamorfopsia (tortuosidade das letras) ou micropsia (diminuição no tamanho da imagem)

O que fazer para diminuir os sintomas?

Em primeiro lugar, busque ajuda médica! Se as situações estressantes ocorrem com frequência em sua vida, procure tratamento para que isso não afete a sua qualidade de vida.

Para evitar que os olhos manifestem os sintomas citados no artigo, separamos algumas dicas que vão ajudar a diminuir esse impacto. Confira abaixo:

– Faça pausas e olhe um ponto fixo por 30 segundos
– Pisque bastante
– No ambiente de trabalho, certifique-se de que o espaço está bem iluminado
– Consulte um oftalmologista regularmente

Somente o médico especialista saberá indicar o melhor tratamento para sua visão! Não deixe de visita-lo pelo menos uma vez ao ano

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?
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18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Exame oftalmológico: por que é preciso dilatar a pupila?

Quem nunca foi ao médico realizar um exame oftalmológico e saiu da clínica com a pupila dilatada e a sensação de sensibilidade à luz? 

Trata-se de uma consequência da dilatação, procedimento necessário para confirmar o grau do paciente e também para realizar o exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia, que permite uma avaliação completa da estrutura intraocular, com maior visibilidade da retina e do nervo óptico.

Continue lendo e saiba mais sobre o porquê de dilatar a pupila para o exame oftalmológico: 

Como ocorre a dilatação no exame oftalmológico? 

A dilatação no exame oftalmológico ocorre através do uso de colírios. O objetivo é relaxar a musculatura da pupila, popularmente conhecida como “menina dos olhos”. 

O tempo de dilatação pode variar de acordo com o colírio utilizado e também de paciente para paciente, podendo durar de minutos até algumas horas.

Para que serve a dilatação da pupila? 

Apesar do desconforto e da sensação de vista embaçada causados pela dilatação da pupila neste exame oftalmológico, essa avaliação é muito importante para o diagnóstico de doenças oculares, como por exemplo o descolamento da retina, Retinopatia diabética, Glaucoma, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), entre outras.

Além disso, pode ser utilizado para conferir grau correto em crianças e adolescentes, sendo necessário até mesmo para avaliação de rotina.

Onde realizar o exame? 

Centro Oftalmológico Cittá (COC), é uma rede de grande credibilidade e referência para a saúde ocular no Rio de Janeiro (RJ). Além de uma estrutura completa, o centro compreende profissionais capacitados para realizar um atendimento completo e os exames oftalmológicos necessários para acompanhamento. 

Confie a saúde dos seus olhos a uma equipe qualificada, agende já a sua avaliação na COC.