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15.05.2026 .::. 7 min de leitura

Oftalmologista pediátrico no Rio de Janeiro: quando levar seu filho?

O oftalmologista pediátrico é o médico especializado em diagnosticar e tratar doenças oculares em crianças, do recém-nascido ao adolescente. A primeira avaliação acontece ainda na maternidade (teste do olhinho), com retornos aos 6 meses, aos 3 anos (antes da entrada na escola) e a cada 1–2 anos durante a infância. Buscar um oftalmopediatra precocemente é decisivo: condições como ambliopia (olho preguiçoso), estrabismo e erros refrativos têm janela de tratamento que se fecha por volta dos 7–8 anos.

O que faz um oftalmologista pediátrico?

Diferente do oftalmologista geral, o oftalmopediatra tem treinamento específico em desenvolvimento visual, técnicas de exame em crianças que ainda não falam ou cooperam pouco, e tratamento de condições próprias da infância (catarata congênita, glaucoma congênito, retinopatia da prematuridade, estrabismo). É também o profissional ideal para acompanhar crianças com necessidades especiais. Veja nossa página de oftalmopediatria.

Quando levar a criança ao oftalmologista pediátrico

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) recomenda o calendário oftalmológico infantil abaixo:

Recém-nascido — Teste do olhinho

Realizado ainda na maternidade, nas primeiras 72 horas de vida. É um teste simples (reflexo vermelho com oftalmoscópio) que detecta catarata congênita, glaucoma congênito, retinoblastoma e outras alterações estruturais. Em prematuros, deve haver avaliação adicional para retinopatia da prematuridade.

6 a 12 meses

Avaliação do desenvolvimento visual. Verificação de alinhamento ocular, fixação visual, motilidade, reflexo pupilar e teste de Bruckner.

3 anos

Primeiro exame mais completo, com medida de acuidade visual usando figuras adaptadas. Essencial para detectar ambliopia (olho preguiçoso) e estrabismo em fase tratável.

6 anos (antes da alfabetização)

Avaliação refrativa (miopia, hipermetropia, astigmatismo) e da função binocular. Problemas visuais nessa idade impactam diretamente o aprendizado.

Anual, dos 7 aos 18 anos

Acompanhamento da progressão refrativa, especialmente em crianças com miopia (em crescimento mundial), e da saúde ocular geral.

Sinais de alerta que pedem consulta imediata

Independente da idade, leve seu filho ao oftalmologista pediátrico se notar:

  • Reflexo branco em fotos com flash (pode indicar retinoblastoma — tumor ocular).
  • Olhos desalinhados (um olho “vira” para dentro, para fora, para cima ou para baixo).
  • Lacrimejamento constante sem chorar.
  • Secreção ocular persistente em recém-nascido (pode ser obstrução do canal lacrimal).
  • Sensibilidade exagerada à luz.
  • Pálpebra caída cobrindo parte da pupila.
  • Pupila de cor ou tamanho diferente entre os dois olhos.
  • Criança que aproxima muito o rosto da TV, do tablet ou dos cadernos.
  • Inclinação da cabeça para um lado para enxergar.
  • Olhar trêmulo (nistagmo).
  • Olho vermelho com dor, fotofobia ou secreção esverdeada.
  • Trauma ocular de qualquer intensidade.
  • Queixas escolares: dor de cabeça frequente, baixo rendimento, dificuldade para copiar do quadro.

As condições oftalmológicas mais comuns na infância

Ambliopia (olho preguiçoso)

Redução da acuidade visual em um olho que nunca “aprendeu” a enxergar adequadamente — geralmente porque tinha grau alto, estrabismo ou catarata na primeira infância. O cérebro ignora a imagem deste olho. Tratamento com oclusão (tampão) do olho “bom”, forçando o olho preguiçoso a trabalhar. A janela ideal é até os 7–8 anos; após essa idade, o tratamento é menos eficaz.

Estrabismo

Desalinhamento dos olhos. Pode ser convergente (“olho virado para dentro”), divergente (“para fora”) ou vertical. Causa frequente de ambliopia se não tratado. O tratamento pode ser óculos, oclusão, exercícios ortópticos, toxina botulínica ou cirurgia. Veja nosso post sobre se o estrabismo tem cura.

Erros refrativos

Miopia, hipermetropia e astigmatismo. A hipermetropia leve é normal nos primeiros anos de vida e regride espontaneamente. A miopia tem aumentado mundialmente em crianças e adolescentes, associada ao uso intenso de telas e menor exposição à luz natural. Tratamento: óculos e, em casos selecionados, lentes de contato ou colírios de atropina em baixa concentração para controle de progressão.

Conjuntivite e obstrução do canal lacrimal

Conjuntivite em crianças costuma ser viral (em surtos escolares) ou bacteriana. Em recém-nascidos com olho lacrimejando persistentemente, a causa mais comum é obstrução do ducto lácrimo-nasal — em geral resolve com massagem específica até os 12 meses; se persistir, pode requerer sondagem.

Catarata congênita

Rara mas grave. Quando presente em ambos os olhos, a cirurgia precisa ser feita nas primeiras semanas de vida para não comprometer o desenvolvimento visual. Veja: catarata congênita em bebês.

Glaucoma congênito

Aumento da pressão intraocular no recém-nascido ou lactente. Sinais: olhos grandes (buftalmia), córneas opacificadas, lacrimejamento intenso e fotofobia. Exige tratamento cirúrgico precoce.

Como é a consulta oftalmológica infantil?

Adaptada a cada faixa etária:

  • Recém-nascidos e lactentes: exame com instrumentos próprios, sem teste de acuidade convencional. Avaliamos reflexos, motilidade e fundoscopia.
  • Pré-escolares (2–5 anos): uso de figuras (tabela de Lea ou tabela com desenhos) para medir acuidade visual. Brincadeira faz parte do exame.
  • Escolares e adolescentes: exame similar ao adulto, com a tabela tradicional de letras.

Em quase todas as primeiras consultas usamos colírios para dilatar a pupila e medir o grau real (cicloplegia) — sem dilatação, crianças “forçam o foco” e o grau não fica preciso. A dilatação dura 4–8 horas.

Convênios para oftalmologia pediátrica

Os principais convênios do Rio de Janeiro cobrem consulta e exames oftalmológicos infantis, sem necessidade de encaminhamento na maioria dos casos. Verifique os convênios atendidos pela Oftalmo Città — Bradesco Saúde, Hapvida, Notredame, Assim e outros.

Atendimento pediátrico na Barra da Tijuca

Na unidade do Shopping Città America oferecemos consulta oftalmopediátrica em ambiente preparado para crianças.

Perguntas frequentes

Qual a idade certa para a primeira consulta oftalmológica?

Recém-nascido (teste do olhinho na maternidade), reavaliação aos 6 meses, exame mais completo aos 3 anos e antes da alfabetização (5–6 anos). Antes dessas idades, qualquer sinal de alerta justifica consulta imediata.

Criança que vê bem precisa ir ao oftalmologista?

Sim. Vários problemas oftalmológicos infantis (ambliopia, estrabismo intermitente, hipermetropia alta) podem passar despercebidos pela família. A criança pode não saber que enxerga mal — para ela, aquilo é o normal.

Posso usar colírio infantil sem receita?

Não. Mesmo colírios “naturais” e lubrificantes podem mascarar quadros graves ou alterar diagnósticos. Em crianças, todo colírio deve ser prescrito por oftalmologista.

Excesso de tela faz a criança ficar míope?

A relação não é direta com a tela em si, mas com o tempo prolongado em atividades de visão de perto e a redução do tempo ao ar livre. Crianças que passam pelo menos 2 horas diárias em luz natural têm menos miopia, segundo metanálises recentes.

Tampão no olho funciona mesmo?

Sim. Oclusão do olho dominante é o tratamento padrão para ambliopia, com eficácia comprovada em quase todos os casos quando iniciada antes dos 7–8 anos. O período de uso diário é ajustado pelo oftalmopediatra (geralmente 2–6 horas por dia, por meses).

Criança com olho vermelho: pediatra ou oftalmopediatra?

Olho vermelho leve, sem dor, com remela e em vigência de gripe ou contato com outra criança com conjuntivite pode ser avaliado pelo pediatra. Olho vermelho com dor, fotofobia, lesão por trauma ou em recém-nascido deve ir direto ao oftalmologista pediátrico.

 

Agende sua consulta agora mesmo!

foto de menina de óculo, Miopia infantil na Zona Oeste do Rio
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27.06.2025 .::. 4 min de leitura

Miopia está aumentando nas crianças: Veja os sinais de alerta para os pais

Se seu filho reclama de visão embaçada para longe, aproxima muito os olhos da TV, ou vive piscando, atenção! Esses podem ser os primeiros sinais da miopia infantil, um problema que vem crescendo de forma acelerada nas últimas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertam: até 2050, metade da população mundial poderá ser míope, incluindo crianças e adolescentes.

E, infelizmente, esse não é apenas um problema de usar óculos. Quando não controlada, a miopia pode evoluir e aumentar os riscos de complicações mais sérias na visão na vida adulta.

Por que a miopia nas crianças está aumentando?

Existem alguns fatores que explicam esse crescimento preocupante, entre eles:

  • Excesso de telas: celulares, tablets e computadores estimulam a visão de perto por muitas horas.
  • Pouco tempo ao ar livre: a luz natural estimula o desenvolvimento saudável dos olhos e ajuda a prevenir a progressão da miopia.
  • Predisposição genética: crianças com pais míopes têm mais chances de desenvolver o problema.
  • Ambientes fechados: ficar muito tempo em locais com iluminação artificial e visão de perto pela maior parte do dia ,favorece o alongamento do globo ocular — principal causa de piora da miopia.

Sinais de alerta da miopia infantil: fique atento!

Os pais desempenham um papel fundamental na detecção precoce da miopia. Observe se seu filho apresenta:

  • Dificuldade para enxergar de longe (lousa, placas, TV);
  • Aproxima muito o rosto de livros, cadernos ou telas;
  • Queixas frequentes de dor de cabeça ou cansaço visual;
  • Piscadas constantes;
  • Olhos semicerrados para tentar enxergar melhor;
  • Queda no desempenho escolar.

Se você percebeu algum desses sinais, o ideal é agendar uma avaliação oftalmológica o quanto antes.

Tem como prevenir ou frear a miopia nas crianças?

Sim! Existem medidas simples que ajudam a proteger a visão dos pequenos e até reduzir a progressão da miopia:

1. Mais tempo ao ar livre

Estudos comprovam que crianças que passam pelo menos 2 horas por dia expostas à luz natural têm menos risco de desenvolver miopia.

2. Redução do tempo de telas

Limitar o uso de celulares, tablets e computadores, principalmente para crianças pequenas. Além disso, aplicar a regra 20-20-20: a cada 20 minutos olhando para perto, parar 20 segundos e olhar para algo a 20 pés (cerca de 6 metros).

3. Controle com lentes específicas ou colírios

  • Lentes oftálmicas de controle de miopia (DIMS, Stellest, MiYOSMART);
  • Lentes de contato especiais para frear a progressão;
  • Colírio de atropina em baixa dosagem, quando indicado pelo oftalmologista.

4. Acompanhamento oftalmológico regular

A consulta de rotina deve ser anual ou conforme orientação médica, especialmente se já houver diagnóstico de miopia.

Miopia não é só grau alto — é saúde ocular!

Quando não tratada ou acompanhada, a miopia pode evoluir para quadros mais graves, como:

  • Descolamento de retina;
  • Glaucoma;
  • Degeneração macular miópica.

Por isso, controlar a progressão na infância não é apenas uma questão estética, é proteção da visão a longo prazo!

A saúde ocular dos seus filhos merece atenção!

Se você percebeu algum sinal de miopia no seu filho, não adie. Quanto antes for iniciado o acompanhamento, maiores são as chances de proteger a visão e evitar a progressão do problema.

Oftalmo Città: Tratamento para Miopia Infantil na Zona Oeste do Rio

Você já conhece a Oftalmo Città

Com mais de 20 anos de história, a Oftalmo Città é um dos centros oftalmológicos mais respeitados do Rio de Janeiro. Nosso compromisso é oferecer atendimento humanizado, tecnologia de ponta e diagnósticos precisos para garantir a melhor saúde ocular aos nossos pacientes.

Desde a primeira consulta até o pós-operatório, nossa equipe altamente qualificada está preparada para atender diversas condições oculares, como catarata, glaucoma, retinopatia diabética, erros refrativos e muito mais.

Além disso, contamos com infraestrutura moderna e exames oftalmológicos de última geração para proporcionar um atendimento completo, focado na prevenção e no tratamento das doenças oculares.

Acreditamos que enxergar bem é essencial para a qualidade de vida, e por isso, investimos constantemente em inovação e aperfeiçoamento para oferecer os melhores resultados aos nossos pacientes.

Agende sua consulta agora mesmo e cuide da sua visão com quem realmente entende do assunto!

 

Bebê sentado em uma cadeira de vime, olhando para o lado com expressão curiosa, ilustrando sinais observados em Estrabismo em bebês no Rio de Janeiro.
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24.04.2025 .::. 3 min de leitura

Como identificar estrabismo em bebês e crianças pequenas?

Você já reparou se o olhar do seu bebê parece desalinhado em alguns momentos? Nos primeiros meses de vida, os olhos dos pequenos ainda estão em desenvolvimento. No entanto, é essencial prestar atenção a sinais que indicam estrabismo. Esse desalinhamento ocular pode comprometer a visão da criança e, sem tratamento precoce, causar dificuldades no desenvolvimento visual.

O que é o estrabismo e por que ocorre?

O estrabismo acontece quando os olhos não se alinham corretamente. Em algumas crianças, um dos olhos desvia para dentro, para fora, para cima ou para baixo. Esse desalinhamento pode ser constante ou intermitente. Além disso, ele pode ter diferentes causas, como fatores genéticos, problemas neurológicos ou dificuldades na coordenação dos músculos oculares.

Nos primeiros meses, alguns bebês podem apresentar um leve desalinhamento ocasional. No entanto, se isso persistir após os seis meses, torna-se essencial procurar um oftalmologista para uma avaliação detalhada.

Como perceber os sinais do estrabismo em bebês?

Identificar o estrabismo logo cedo faz toda a diferença no tratamento. Por isso, é fundamental observar os seguintes sinais:

  • Um ou ambos os olhos desalinhados frequentemente;
  • A criança inclina a cabeça ou vira o rosto para enxergar melhor;
  • Dificuldade em fixar o olhar em objetos;
  • Lacrimejamento excessivo ou sensibilidade à luz;
  • Dificuldade para acompanhar objetos em movimento.

Se perceber qualquer um desses sinais, busque uma avaliação oftalmológica o quanto antes. Afinal, o diagnóstico precoce aumenta as chances de um tratamento eficaz.

O estrabismo em bebês pode ser corrigido?

A boa notícia é que o estrabismo tem tratamento! Dependendo do tipo e da gravidade, o médico pode recomendar óculos, tampão ocular, exercícios para os músculos dos olhos ou, em alguns casos, cirurgia. Além disso, quanto mais cedo for identificado, maiores serão as chances de um tratamento bem-sucedido. Assim, a criança poderá desenvolver a visão corretamente.

A importância da consulta com o oftalmologista

Muitos pais acreditam que só devem levar a criança ao oftalmologista quando ela reclama de algum problema na visão. No entanto, o ideal é que os pequenos façam uma avaliação oftalmológica já nos primeiros meses de vida. Afinal, algumas condições, como o estrabismo, podem ser silenciosas e não causar desconforto aparente.

Oftalmo Città: Cuidando da visão do seu pequeno com carinho e excelência

Se você suspeita que seu bebê ou criança pequena possa ter estrabismo, não deixe para depois. Na Oftalmo Città, contamos com especialistas preparados para diagnosticar e tratar essa e outras condições oculares com todo o cuidado que seu filho merece. Agende uma consulta e garanta um futuro mais claro para a visão do seu pequeno!

 

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12.10.2024 .::. 3 min de leitura

5 sinais que pais devem saber para detectar problemas de visão nas crianças

A saúde ocular das crianças é um aspecto essencial do seu desenvolvimento. No entanto, muitos pais podem não estar cientes dos sinais que indicam possíveis problemas de visão. Neste artigo, abordaremos cinco sinais que os pais devem estar atentos, permitindo uma detecção precoce e intervenções eficazes.

1. Dificuldade em Focar

Um dos primeiros sinais que podem indicar problemas de visão é a dificuldade em focar em objetos. Portanto, se a criança parece ter dificuldade em olhar para algo de longe ou se aproxima demais dos objetos, isso pode ser um sinal de miopia ou hipermetropia. Assim, observe se a criança precisa se esforçar para ver claramente.

2. Esfregar os Olhos Constantemente

Esfregar os olhos pode ser um comportamento comum, mas quando feito com frequência, pode indicar que a criança está tentando aliviar algum desconforto ocular. Nesse sentido, se o seu filho esfrega os olhos repetidamente, especialmente após atividades que exigem concentração visual, como leitura ou uso de eletrônicos, considere a possibilidade de que a visão possa estar comprometida.

3. Olhar Tortamente

Se você notar que a criança frequentemente inclina a cabeça ou vira o rosto para o lado enquanto tenta olhar para objetos ou pessoas, isso pode ser um sinal de estrabismo ou outro problema de alinhamento ocular. Assim, essa postura pode indicar que ela está tentando compensar uma visão embaçada ou desalinhada.

4. Dificuldade em Seguir Objetos em Movimento

Observar se a criança tem dificuldades em seguir objetos que se movem pode ser um sinal importante. Por exemplo, se ela não consegue acompanhar uma bola que é lançada ou um carro que passa, isso pode indicar problemas de coordenação visual ou deficiências na percepção de profundidade. Assim, esse sinal merece atenção.

5. Queixas de Dor de Cabeça ou Cansaço Ocular

Queixas frequentes de dor de cabeça ou cansaço ocular também são um indicativo de que algo pode estar errado. Portanto, se a criança reclama de dor de cabeça após a leitura ou uso prolongado de eletrônicos, é essencial investigar mais a fundo. Esses sintomas podem estar relacionados a problemas de visão, como astigmatismo ou fadiga ocular.

Em conclusão, estar atento a esses sinais pode fazer toda a diferença na detecção precoce de problemas de visão nas crianças. Se você observar qualquer um desses sintomas, é fundamental agendar uma consulta com um oftalmologista. Quanto mais cedo um problema for identificado, mais eficaz será o tratamento.

Na Oftalmo Città, estamos aqui para ajudar você a cuidar da saúde ocular dos seus pequenos. Se precisar de orientação ou tiver dúvidas, não hesite em entrar em contato. Juntos, podemos garantir que suas crianças tenham uma visão saudável e brilhante!

 

Teste de visão em criança
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21.12.2023 .::. 4 min de leitura

Problema de visão em crianças: como detectar precocemente

Problema de visão em crianças é um caso sério e já atingiu mais de 250 mil crianças, entre 5 e 15 anos, segundo o Conselho de Oftalmologia Brasileiro. Além disso, 30 mil crianças brasileiras estão cegas por doenças oculares. 

Por isso, a detecção precoce em doenças oculares infantis é fundamental para cada vez mais diminuir esses números, logo, nesse artigo você encontrará como pais e responsáveis podem estar atento aos sinais. Mas antes, vamos entender quais são as doenças mais comuns em crianças.

Quais são os problemas de visão em crianças mais comum?

Estrabismo:

O Estrabismo é um problema de visão em crianças que sua condição afeta a orientação dos olhos e pode resultar em desvio de um ou ambos os olhos, pode ser observado nos primeiros meses de vida de uma criança. Apesar de muitos confundirem com o desalinhamento comum em bebês, o estrabismo não se corrige naturalmente, requerendo atenção médica imediata.

Miopia:

É um erro refrativo que dificulta a focalização da imagem na retina, levando a problemas de visão a distância em crianças. Essa condição oftalmológica, frequentemente identificada durante os anos escolares, pode afetar o desempenho acadêmico e a participação em atividades que exigem visão distante.

Hipermetropia:

Condição comum em recém-nascidos devido ao tamanho ainda não ideal do globo ocular. Com o crescimento, espera-se que o globo ocular atinja seu tamanho padrão e a hipermetropia desapareça naturalmente. No entanto, quando isso não ocorre, podem surgir sintomas, como dificuldade para enxergar de perto, cerrar os olhos e se aproximar muito de telas eletrônicas.

Retinoblastoma: 

O Retinoblastoma, apesar de ser uma doença oftalmológica rara, é séria e afeta crianças, caracterizada por um tumor maligno na retina. Por isso, sua detecção desde cedo é importante e, muitas vezes, ocorre durante o teste do olhinho, realizado nos primeiros dias após o nascimento do bebê.

Catarata Congênita:

É uma condição oftalmológica grave que pode resultar na perda da visão da criança. Essa condição pode ser causada por herança genética ou infecções intra uterinas, sendo identificada por uma mancha esbranquiçada na pupila, especialmente visível ao fotografar com flash.

Como os pais podem estar atentos aos sinais de problemas de visão em crianças?

1. Observação de Comportamentos

Os pais devem observar atentamente o comportamento de seus filhos em relação à visão. Por exemplo, se uma criança frequentemente franzir a testa, apertar os olhos, inclinar a cabeça ou se queixar de dores de cabeça frequentes, estes podem ser sinais de problemas visuais.

2. Desempenho Escolar

Além disso, maus resultados acadêmicos podem estar relacionados a dificuldades de visão. Se uma criança tiver problemas para ler, escrever ou se concentrar nas atividades escolares, é aconselhável realizar uma avaliação oftalmológica.

3. Exames Oculares Regulares

Levar as crianças para exames oculares regulares é uma prática importante. Já que muitos problemas de visão, como miopia, astigmatismo e estrabismo, podem ser diagnosticados precocemente e corrigidos com o uso de óculos ou outros tratamentos.

4. Sinais Físicos

Alguns problemas de visão podem se manifestar fisicamente. Por exemplo, olhos vermelhos, lacrimejamento excessivo, coceira constante nos olhos e movimentos oculares anormais são sinais que os pais devem observar.

5. Comunicação com a Criança

Ademais estabelecer uma comunicação aberta com a criança é fundamental já que eles podem não expressar claramente seus problemas visuais, por isso, os pais devem incentivar uma conversa honesta sobre qualquer desconforto ou dificuldade que a criança possa estar enfrentando relacionada à visão.

A detecção precoce de problemas de visão em crianças é importante para garantir que recebam o tratamento adequado no momento certo. Por isso, estar atento a sinais físicos, comportamentais e acadêmicos, os pais podem desempenhar um papel fundamental na promoção da saúde visual de seus filhos.

Na Oftalmo Città, entendemos a importância da visão infantil. A fim de melhorar a saúde ocular das crianças de forma personalizada, nossa equipe de oftalmologistas pediátricos está pronta para realizar avaliações abrangentes e oferecer orientações sobre o cuidado visual infantil. Por fim, conheça nossas redes sociais.

estrabismo infantil
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27.09.2023 .::. 3 min de leitura

Estrabismo em Crianças: sintomas, causas e tratamentos efetivos

O estrabismo é uma condição oftalmológica que afeta crianças e adultos, mas é mais comum em crianças pequenas. Esta condição ocorre quando os olhos não estão alinhados corretamente e não estão apontando na mesma direção. Enquanto muitas crianças podem desenvolver estrabismo temporário, o estrabismo persistente requer atenção médica. Neste artigo, exploraremos os sintomas, causas e tratamentos efetivos para o estrabismo em crianças.

Sintomas do Estrabismo em crianças

O sintoma mais óbvio do estrabismo é a falta de alinhamento dos olhos. As crianças com estrabismo podem apresentar:

  • Desvio dos olhos: Um dos olhos pode se desviar para dentro, para fora, para cima ou para baixo.
  • Visão dupla: A falta de alinhamento dos olhos pode causar visão dupla, pois cada olho está apontando para uma direção diferente.
  • Dificuldade na visão: Uma vez que o cérebro recebe duas imagens diferentes dos olhos, pode suprimir a imagem do olho desalinhado, resultando na visão de apenas um olho.
  • Inclinação da cabeça: Em algumas crianças, inclinar a cabeça é uma tentativa de compensar o desvio dos olhos.

Causas do Estrabismo

As causas exatas do estrabismo não são completamente compreendidas, mas várias razões podem contribuir para o desenvolvimento dessa condição em crianças, incluindo:

  • Fatores genéticos: O estrabismo pode ser hereditário, tornando as crianças com histórico familiar mais propensas a desenvolvê-lo.
  • Problemas nos músculos oculares: Desordens que afetam os músculos oculares podem causar estrabismo.
  • Problemas refrativos: Miopia, hipermetropia e astigmatismo podem contribuir para o desenvolvimento do estrabismo.
  • Lesões oculares: Lesões nos olhos podem desencadear o estrabismo.

Tratamentos Efetivos para o Estrabismo em crianças

  • Óculos: Em alguns casos, óculos corretivos podem ser suficientes para alinhar os olhos.
  • Terapia visual: A terapia com um ortoptista pode ajudar a fortalecer os músculos oculares e melhorar a coordenação dos olhos.
  • Patches oculares: Usar um tampão no olho mais forte pode estimular o olho mais fraco a se fortalecer, especialmente em casos de ambliopia (olho preguiçoso).
  • Cirurgia: Em casos mais graves, a cirurgia para reposicionar os músculos oculares pode ser necessária.

É importante ressaltar que o tratamento do estrabismo deve ser iniciado o mais cedo possível para evitar complicações e garantir o desenvolvimento visual adequado da criança. Consultar um oftalmologista é crucial para avaliar a condição e determinar o plano de tratamento adequado.

Em conclusão, o estrabismo em crianças é uma condição tratável, e a detecção precoce desempenha um papel fundamental no sucesso do tratamento. Se você notar qualquer sinal de desalinhamento dos olhos em seu filho, não hesite em procurar um oftalmologista para uma avaliação completa e um plano de tratamento adequado. Com os tratamentos efetivos disponíveis, muitas crianças podem desfrutar de uma visão clara e alinhada.

Imagem suave e de tons neutros.
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19.08.2022 .::. 5 min de leitura

Desenvolvimento da visão em seu bebê

Da mesma maneira que seu bebê precisa de tempo para aprender a andar e falar, o seu “pequeno” precisa a aprender a enxergar e desenvolver outras funções oculares como, por exemplo, coordenar o movimento dos seus olhinhos. Ao nascimento as vias visuais ainda não estão completamente formadas e é necessário algum tempo para que o cérebro em desenvolvimento “aprenda” a assimilar os estímulos visuais.

O que ele enxerga em cada fase?

Do nascimento aos 3 meses.

No início de sua jornada fora do acolhedor útero materno a visão do bebê esta voltada para o ambiente mais próximo ao seu redor.

Nos primeiros 3 meses de vida o bebê tem dificuldade de focalizar objetos além de 20-30 centímetros distantes de seu rosto.

  • Ao nascimento, apesar da riqueza de estímulos do mundo novo, a visão do bebê ainda é um grande borrão. Há uma tendência preferencial a objetos com grande contraste, entretanto não são capazes de coordenar o movimento dos olhos de maneira conjungada entre um ou mais objetos. O foco inicial da visão se inicia a objetos a 20-30 cm de seu rosto ou à distância entre seu rosto e dos pais.
  • Nos primeiros meses o bebê inicia um processo de melhor interação entre os olhos e mãos, aos poucos seguindo de maneira mais atenta os objetos e começando a tentar agarrá-los por volta de 3 meses.
  • Nesta fase, a falta de coordenação entre os dois olhos pode ocasionar desvios oculares eventuais. Apenas devios oculares constantes (para dentro ou para fora) devem ser investigados.
  • O bebê ainda não possui uma visão tão aguçada que permita reconhecer os traços maternos com precisão, e sim as vezes apenas a silueta do rosto e cabelos. Portanto, tente manter a mesma aparência (cabelos soltos ou presos) ao segurar o bebê ou durante a amamentação.
  • Uma leve iluminação no quarto também permite estimular seu baixinho enquanto ele estiver no berço.

De 4 a 8 meses

  • Nesta fase o bebê continua aprimorando cada vez mais a coordenação olhos-mãos.
  • A percepção de profundidade e visão em 3D começam a se desenvolver por volta do 5 mês
  • A visão colorida do recém nato, apesar de menos desenvolvida que nos adultos, parece satisfatória por volta dos 5 meses.
  • O desenvolvimento da musculatura extra-ocular permite melhor coordenação entre os dois olhos nesta fase.
  • Estimule seu bebê constantemente, trocando os brinquedos pendurados, cores no quarto, troca de posição do berço.

De 9 meses a 1 ano

  • Aos 9 meses o bebê começa a engatinhar, aumentando ainda mais a coordenação olhos-mãos. Crianças que engatinham por mais tempo parecem desenvolver uma melhor coodenação olhos-mãos que crianças que andam mais precocemente.
  • Com um ano o bebê ja é capaz de alcançar objetos com maior precisão devido a visão de profundidade e 3D mais apurada.
  • Utilize tapetes para bebês coloridos e ofereça objetos de diferentes cores e formatos para melhor desenvolvimento da coordenação olhos-mãos.

De 1 a 2 anos

  • Sua “ferinha” ja começa a andar e explorar o mundo como ninguém. É nesta fase que não se deve perde-lo de vista. Cuidado com objetos ou móveis espalhados pela casa, eles podem representar perigo para traumas oculares.
  • Sua visão de cores, percepção de profundidade e coordenação olhos-mãos ja estão bem desenvolvidas em torno dos 2 anos.

Quando ele passa a ter a visão igual a de um adulto?

A visao do bebê esta em constante evolução, melhorando a cada mês. Entretanto é apenas com cerca de 6 anos que ele passa a ter a visão de 20/20 (100%) igual a de um adulto. O sistema visual da criança estará totalmente desenvolvido por volta de 7-8 anos de idade. O termo “ambliopia” ou “olho preguiçoso” se refere ao não desenvolvimento completo da visão devido, principalmente, a desvios oculares (Estrabismo) ou erros refracionais (Hipermetropia/Miopia/Astigmatismo) não devidamente corrigidos durante este período.

A que os pais devem ficar atentos para ter certeza de que a visão do filho está se desenvolvendo normalmente? Quais são os sinais de alerta?

Os pais devem atentar como o bebê se comporta em cada uma das fases e sempre tentar estumula-lo. Entretanto na presença de alguns sinais o oftalmologista deve ser consultado:

  • Desvios oculares: Em crianças maiores de 4-6 meses, desvios oculares devem ser avaliados.
  • Aspecto branco da pupila: Pode indicar presença de catarata congenital ou câncer intraocular. Em fotografias, ao invés do reflexo vermelho há um reflexo branco na area da pupila.
  • Lacrimejamento excessivo: Podem indicar obstrução das vias lacrimais, infecções ou aumento da pressão intraocular.
  • Sensibilidade exacerbada a luz: Pode indicar aumento da pressão intraocular.

Com que frequência a crianção deve ser avaliada pelo oftalmologista?

Atualmente a recomendação é que bebês saudáveis sejam avaliados ao nascimento (teste do reflexo vermelho/olhinho), entre 6m a 1 ano, aos 3 anos, aos 5 anos e depois pelo menos a cada 2 anos na idade escolar.

Imagem abstrata com tons suaves.Teste do olhinho na Barra da Tijuca
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19.08.2022 .::. 2 min de leitura

Entenda a importância do Teste do Olhinho

Assim como o teste do pezinho e o teste da orelhinha, o teste do olhinho deve ser realizado nos primeiros dias do bebê e é de extrema importância para detectar doenças precocemente. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) defende a realização do teste em todos os bebês logo após o nascimento, a fim de detectar casos de cegueira e doenças oculares como glaucoma, catarata congênita, tumores oculares, entre outras doenças. O diagnóstico precoce possibilita o tratamento mais adequado e melhor qualidade de vida para o bebê a curto e longo prazo.

O exame é rápido (dura menos de um minuto), indolor e bastante simples. O médico utiliza um instrumento diante dos olhos do bebe e emite uma luz: se o reflexo nos olhos ficar vermelho, significa que está tudo bem com a visão dele. Caso exista alguma alteração, o caso precisará ser avaliado mais detalhadamente por um oftalmologista.

Uma dica é ficar atento às fotos com flashes (inclusive de telefones celulares), que podem funcionar de forma semelhante ao teste do olhinho. Quando o reflexo vermelho de um dos olhos está de coloração diferente, o ideal é procurar um oftalmologista para um exame mais completo.

Figura. Teste do olhinho alterado no olho direito devido ao tumor intraocular chamado Retinoblastoma, identificado através de uma fotografia digital com flash.

A importância do teste do olhinho se dá quando se considera que 50% dos casos de doenças oculares graves são descobertas quando os recém-nascidos já perderam parte da visão ou ficaram cegos. Os dados são da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica.

Desde junho de 2010, o pagamento do “Teste do Olhinho” por todos os planos de saúde é obrigatório, segundo determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Proteja a visão do seu filho, faça o Teste do Olhinho!

Em caso de dúvidas a respeito da saúde ocular das crianças, entre em contato com um oftalmologista. Você pode marcar uma consulta conosco através do nosso site.

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Ilustração de hipertropia ocular, esotropia e extropia
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19.08.2022 .::. 3 min de leitura

O estrabismo tem cura?

Em cada um dos nossos olhos existem 6 músculos que controlam os movimentos do nosso globo ocular. Quando estão em harmonia, os olhos se mantém alinhados.

O que é o estrabismo?

O estrabismo é um desequilíbrio na função destes músculos oculares, fazendo com que os olhos não fiquem paralelos. Popularmente, o estrabismo é conhecido como “vesguice”, ou “vesgueira”.

Nosso cérebro controla esses músculos garantindo que eles trabalhem de forma correta, permitindo que focalizemos nossa visão. Por isso, doenças que afetam o cérebro e o sistema nervoso podem ter como consequência também o estrabismo.

 

Diferentes tipos de estrabismo

Quando o olho afetado tem o desvio em direção ao nariz, é chamado de estrabismo convergente, já quando o olho se direciona para o lado contrário é chamado de estrabismo divergente. Existe também o estrabismo vertical, em que o desvio acontece para baixo ou para cima. Também é possível ocorrer uma combinação de estrabismo vertical com o horizontal (convergente ou divergente).

O estrabismo pode surgir em diversas fases da vida. Quando ele aparece em idades mais avançadas, geralmente é causado por alguma doença não ocular, como doenças neurológicas e diabetes, ou pela manifestação de um desvio que, até então, a pessoa era capaz de compensar, uma vez que com a idade perde-se a capacidade de compensar alguns desvios e o estrabismo passa a manifestar-se

Estrabismo em crianças e adultos

O principal sinal é a alteração da simetria entre os olhos. Nas crianças maiores ou nos adultos que desenvolvem a doença, também é comum a queixa de visão dupla (diplopia), o que não ocorre quando o paciente é estrábico desde cedo.

Logo após o nascimento é comum os bebês apresentarem pequenos desvios, que com o tempo logo somem. Porém, após quatro meses de idade, se o estrabismo persistir, os pais devem procurar um oftalmologista sem demora.

O estrabismo normalmente não desaparece com o tempo. O problema pode ser tratado em qualquer idade, mas quanto antes se der o tratamento, maiores os benefícios para o desenvolvimento visual da criança. O desenvolvimento visual se dá até cerca de sete anos de idade, o não tratamento do estrabismo neste período, pode levar à perda da visão do olho desviado de forma irreversível.

Tratamentos

Os tratamentos para estrabismo são diversos, indo desde uso de óculos até cirurgia, variando de acordo com cada caso. A operação do estrabismo é recomendada em casos em que o uso de óculos e outros procedimentos não surtiram resultado. Os desvios intermitentes pequenos podem receber importante auxílio do ortoptista, com exercícios chamados ortópticos. Além disso, em alguns casos, a toxina botulínica também pode ser utilizada para corrigir o problema.

O fundamental é consultar-se com um oftalmologista especialista em estrabismo para saber em qual tratamento seu estrabismo ou do seu(ua) filho(a) se enquadram.

 

Tem dúvidas sobre o estrabismo? Se você está no Rio de Janeiro, agende uma consulta conosco!

*Texto revisado pela Dra. Julia Rossetto, especialista em estrabismo, oftalmopediatria e plástica ocular pela Universidade Federal de São Paulo e pelo Bascom Palmer Eye Institute (Miami/FL – EUA)

 

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Criança sorrindo em ambiente interno.
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19.08.2022 .::. 3 min de leitura

Saúde ocular nos primeiros anos de vida deve ser acompanhada de perto

Quem tem filhos sabe que a saúde deles é uma preocupação constante. Quando falamos do bem-estar dos pequenos, devemos dar uma atenção especial para os olhos, estruturas extremamente sensíveis. Vamos falar um pouco sobre esses cuidados nos primeiros anos de vida?

O acompanhamento deve começar ainda durante o pré-natal. Exames de sangue devem ser feitos para detectar se a mãe já teve infecções como toxoplasmose e rubéola. As duas doenças podem ser passadas de mãe para filho durante a gestação, e podem prejudicar o desenvolvimento do sistema visual. Logo após o nascimento também deve ser feito o teste do olhinho, que pode detectar doenças graves, como por exemplo a catarata congênita e o retinoblastoma.

Após o nascimento a atenção deve permanecer, pois ao contrário do que muitos pensam, os olhos do bebê ainda não estão totalmente maduros. Na verdade, apenas aos 7 anos podemos dizer que o processo de desenvolvimento se completa. 

Durante o primeiro mês de vida também é comum que o bebê apresente um certo grau de estrabismo, o que geralmente dura no máximo até o terceiro mês de vida. No entanto, se o desvio ocular for acentuado ou quando o desalinhamento persiste, o recomendado é procurar atendimento oftalmológico para garantir que não exista alterações no funcionamento dos músculos oculares ou da retina e pesquisar a visão da criança e a necessidade do uso de óculos.

Outra questão é que muitos bebês apresentam uma obstrução congênita do ducto nasolacrimal (pequeno canal que leva a lágrima do olho para o nariz). Se o olho do bebê ficar vermelho, muito sensível à luz ou com secreção, avise o pediatra e procure um oftalmologista. Na maior parte dos casos a obstrução desaparece sozinha ou com massagens, mas em alguns torna-se necessária a realização de uma intervenção cirúrgica.

Pesquisas também apontam que 80% dos recém-nascidos são hipermétropes, condição que costuma se normalizar até os 8 ou 9 anos de idade. Até esta idade a grande maioria das crianças não precisa de óculos a não ser que apresente estrabismo ou grau muito alto. Se o problema persistir, torna-se necessário um acompanhamento oftalmológico mais completo para garantir melhor qualidade de vida para a criança, provavelmente com indicação do uso de óculos.

Viu como é importante acompanhar de perto a saúde ocular do seu filho? Fique atento aos sinais que citamos e cuide bem da saúde do seu pequeno.

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Antes e depois de tratamento visual para estrabismo
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19.08.2022 .::. 3 min de leitura

Tire as suas dúvidas sobre a cirurgia de estrabismo

O estrabismo é uma alteração que pode causar diversos problemas, desde dificuldades na visão até problemas sociais causadas pela estética característica dele. Existem diversas alternativas para tratar o problema, dependendo a causa do desvio ocular.

Quando o estrabismo é decorrente à um alto grau, a correção através de óculos pode ser suficiente para obter o alinhamento ocular. No entanto, em um número significativo de casos, a cirurgia pode ser necessária. Apesar de ser uma cirurgia segura, muitos pacientes ainda mantêm certa resistência em realizar o procedimento. Por isso, listamos aqui alguns fatores que podem informar e tranquilizar os pacientes sobre a cirurgia.

1 – A cirurgia pode recuperar a visão binocular

A noção de profundidade que possuímos é decorrente do sincronismo e alinhamento ocular. Quando uma criança apresenta desvio ocular, o seu cérebro opta por utilizar a visão de apenas um dos olhos, fazendo com que o outro não seja estimulado corretamente. Até aproximadamente os 8 anos de idade a criança ainda está vivendo essa fase de estimulação visual. Caso o desvio ocular não seja corrigida dentro deste período, as chances de recuperar a visão do olho “preguiçoso” diminuem com o tempo. Quando realizado cedo, a intervenção cirúrgica é capaz de recuperar a visão binocular durante esse período através do alinhamento ocular. Por isso os oftalmologistas geralmente recomendam que a idade ideal para submeter a criança à cirurgia de estrabismo é antes da faixa etária mencionada.

2 – O procedimento é seguro

A cirurgia é feita através de uma incisão na região da inserção da musculatura ocular. É feito então o ajuste desta inserção de acordo com o desvio existente para que o alinhamento ocular seja obtido. A recuperação é rápida e o desconforto é pequeno, com apenas algumas restrições. São utilizados colírios e analgésicos para aumentar o conforto, e o paciente geralmente já pode voltar às atividades normais rapidamente.

3 – Não existe limite de idade para ser realizado

Não há idade limite para ser submetido à cirurgia com altas taxas de sucesso para o alinhamento ocular. No entanto, caso o paciente com estrabismo seja submetido à cirurgia após a fase de desenvolvimento visual, as chances de melhora da visão são mais baixas. Cada caso deve ser avaliado por um oftalmologista, alinhando as possibilidades com as expectativas do paciente.

4 – Melhora a estética do paciente

Por último, mas não menos importante, está a melhora estética. A cirurgia é capaz de corrigir o desvio que causa incômodo com a aparência tanto em crianças quanto em adultos, aumentando a autoestima do paciente.

O estrabismo não costuma desaparece com o tempo. O problema pode ser tratado em qualquer idade, mas quanto antes se der o tratamento, maiores os benefícios para o desenvolvimento visual da criança. Existem diversas formas de tratar o estrabismo, e a cirurgia é só uma delas. O fundamental é consultar-se com um oftalmologista especialista (estrabólogo) para que ele indique qual o melhor tratamento para o seu caso.

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Criança com óculos e camiseta azul.
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19.08.2022 .::. 2 min de leitura

Será que meu filho tem problemas de visão?

Bebê com chapéu de lã verde.
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19.08.2022 .::. 2 min de leitura

Por que a cor dos olhos dos bebês muda com o tempo?

Seus pais já te falaram que quando você era bebê tinha os olhos claros? Eles provavelmente não estavam mentindo, a cor dos olhos que apresentamos durante o nascimento pode mudar conforme o nosso desenvolvimento. Vamos entender melhor o motivo?

O que dá cor aos nossos olhos é uma substância chamada melanina, a mesma que também confere pigmentação para nossa pele e cabelos. A quantidade de melanina presente na íris determina qual será a cor dos olhos. Essa quantidade é determinada por características genéticas herdadas dos nossos pais.

O que acontece é que quando nascemos geralmente apresentamos olhos de cores claras, pois dentro do útero materno quase não produzimos melanina. Ao nascermos, a luz estimula naturalmente o nosso corpo a iniciar a produção da substância, o que passa a conferir a tonalidade que levaremos pelo resto da nossa vida. A mudança de cor ocorre entre os seis e nove meses de idade. Com 12 meses a maioria das crianças terá a cor dos olhos definitiva.

O que é curioso é que, ao contrário do que pensamos, não existe pigmento azul, cinza ou verde nos olhos. O único pigmento que temos é o castanho, e é a quantidade dele que determina se os olhos de uma pessoa serão claros ou escuros.

Geralmente, a cor dos olhos do bebê muda sem que isso signifique nenhuma alteração importante. Mas se apenas um único olho mudar de cor (o que é muito raro) ou se você notar alguma alteração, procure um oftalmologista especialista.

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estrabismo
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19.08.2022 .::. 3 min de leitura

Estrabismo: mitos e verdades que você precisa conhecer

Você certamente já conheceu alguém com estrabismo, ou até mesmo seja você que enfrenta esse problema. Ele é bastante comum, mas mesmo assim muitas pessoas ainda possuem muitas dúvidas sobre essa condição, o que atrapalha e muito o correto diagnóstico e tratamento. Pensando nisso, preparamos uma listinha com as principais questões que ouvimos aqui durante as nossas consultas. O que será mito e verdade sobre o estrabismo?

1 – O uso de um tampão cura o estrabismo?

Mito! Essa é uma confusão que muitas pessoas fazem. Em alguns casos de estrabismo durante a infância os oftalmologistas podem recomendar o uso de tampões sim, mas a intenção não é para resolver o alinhamento dos olhos, e sim para tratar a ambliopia, o chamado olho preguiçoso. Esse problema secundário pode se desenvolver porque nosso organismo naturalmente passa a utilizar a visão em apenas um dos olhos para evitar a visão dupla. Com isso, o olho desviado não é estimulado, desenvolvendo menos a visão.

2 – Indivíduos com síndrome de Down possuem mais chances de desenvolver a alteração?

Verdade! Pesquisas apontam que cerca de 20% das crianças com a síndrome são estrábicas.

3 – O estrabismo é só uma questão estética?

Mito! É claro que também existe uma questão estética que envolve o estrabismo, mas o problema está longe de ser ligado somente a isso. O estrabismo pode causar problemas oculares a longo prazo e prejudicar a capacidade do paciente enxergar.

4 – Após adulto não é possível operar o estrabismo

Mito! A cirurgia pode ser feita em qualquer idade. É claro que o recomendado é que ela seja feita o mais rápido possível e de preferência ainda durante a infância. Esse tratamento precoce pode ajudar a evitar problemas de visão e proporcionar um desenvolvimento mais saudável.

5 – Todo estrabismo tem indicação cirúrgica

Mito! Nem todo estrabismo precisa de cirurgia. Quando ele é causado por erros refracionais (grau de óculos), ele pode ser corrigido através do uso de lentes. Mas é importante frisar que para determinados casos a cirurgia pode ser uma opção.

6- O estrabismo em bebês é normal

Mito! Nos primeiros meses é comum os recém-nascidos apresentarem algum leve desalinhamento entre os olhos, mas o estrabismo bem definido no nascimento não é normal e necessita de acompanhamento oftalmológico.

Nossas informações foram úteis? Se você enfrenta o problema procure ajuda. O estrabismo tem cura, e o tratamento pode melhorar muito a sua qualidade de vida. 

Criança com cabelo preso e óculos.
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19.08.2022 .::. 3 min de leitura

Quase 20% das crianças em idade escolar apresentam problemas de visão

Pais e mães costumam ter a saúde de seus filhos sempre com uma preocupação constante. Não é para menos, pois durante o crescimento qualquer alteração pode provocar grandes prejuízos ao desenvolvimento durante essa fase da vida. E claro, os olhos também devem fazer parte dessa constante preocupação.

Pesquisas apontam que cerca de 20% das crianças em idade escolar possuem problemas de visão. Ou seja, é superimportante ficar de olho na saúde ocular do seu filho!

O Brasil possui 204 milhões de habitantes, sendo que cerca de 16,5 mil crianças possuem baixa de visão com menos de 15 anos. Além disso, pelo menos 50 mil têm alguma grau de deficiência visual. São números bastante elevados!

Quase 70% das causas de cegueira infantil poderiam ser evitadas ou possuem tratamento efetivo, ou seja, tudo depende do acompanhamento médico. Alguns sinais que denunciam problemas oculares nas crianças (e que devem ser observados) são: inquietação, proximidade dos objetos para enxergar, baixo rendimento escolar, desvio oculares, movimento incontrolável dos olhos e ficar muito próximo da TV ao assistir.

Além de problemas mais sérios, também é durante a infância que geralmente as crianças começam a apresentar erros refrativos, como miopia, astigmatismo, hipermetropia, além de problemas relacionados a eles, como estrabismo e ambliopia.

Prevenção logo nos primeiros dias

Se engana quem pensa que o acompanhamento deve se dar apenas a partir da idade escolar. Os cuidados devem começar ainda nos primeiros dias. O Teste do Reflexo Vermelho (TRV), por exemplo, deve ser realizado pelo pediatra no berçário e repetido aos 30 dias, 1 e 3 anos de idade para identificar alterações da transparência dos meios ópticos do olho e, dessa maneira, detectar a presença de catarata e glaucoma congênitos ou retinoblastoma (uma espécie de tumor ocular). Com os devidos cuidados consequências sérias podem ser evitadas.

Depois dessas informações ficou bem claro que os pais devem estar sempre atentos. Levar os pequenos para realizar consultas periódicas com oftalmologistas é essencial. Fique atento e compartilhe esse conteúdo com outros pais. Informação é tudo!

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criança negra com retinoblastoma
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Retinoblastoma tem cura, você sabia?

É importante compreender que os olhos começam a se desenvolver durante a formação do bebê ainda dentro da barriga da mãe. Nessa primeira fase, eles passam por um processo de divisão e multiplicação celular que resulta na estrutura da retina e de outras partes dos olhos.

O Retinoblastoma, trata-se de um tumor ocular maligno desenvolvido a partir de células embrionárias da retina. Ele acomete a visão de crianças e pode se manifestar no momento do nascimento ou até os cinco anos de idade.

QUAIS SÃO AS CAUSAS?

O retinoblastoma divide-se em dois tipos: hereditário ou não-hereditário. Quando hereditário, ele pode ser unilateral ou bilateral – Em resumo, pode acometer um dos olhos ou os dois. Já na forma não-hereditário, o tumor é geralmente unilateral e representa cerca de 60% dos casos.

QUAL O SINAL MAIS COMUM?

Como sinal mais aparente, temos uma espécie de reflexo branco na pupila, análogo ao olho do gato, conhecido como leucocoria, que se manifesta em 90% dos casos diagnosticados até hoje. Este reflexo branco na pupila pode ser percebido sob a incidência de luz artificial (com a dilatação da pupila) ou quando o flash de câmeras atinge diretamente os olhos ao tirar uma foto. Em olhos normais, o reflexo que surge é vermelho e não branco.

COMO É FEITO O TRATAMENTO DO RETINOBLASTOMA?

O tratamento acontece de acordo com a etapa que se encontra o tumor. Quanto mais precocemente for realizado o diagnóstico, menos agressivo será o tratamento e melhores podem ser os resultados.

Para saber qual procedimento, um exame oftalmológico detalhado com especialista em retina deve ser realizado. Além disso, alguns exames complementários são necessários, como: Ultrassonografia ocular, tomografia computorizada e a ressonância magnética.

As alternativas de tratamento para a doença consistem em:

  • quimioterapia sistêmica, periocular, intravítrea ou intrarterial;
  • radioterapia externa (radiações ionizantes a longa distância);
  • radioterapia interna ou braquiterapia (radiações a curta distância);
  • termoterapia transpupilar (radiação infravermelha que aquece o tecido do tumor);
  • enucleação (cirurgia para remoção do globo ocular).

Todos os tratamentos e opções de intervenções tem como objetivo geral a cura total e a preservação da integridade das crianças que estão sendo tratadas.

Com o diagnóstico precoce podemos conquistar bons resultados. Portanto, vale ressaltar que os cuidados com a nossa saúde ocular desde o nascimento são realmente indispensáveis.

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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Bebês precisam ir ao oftalmologista?

O desenvolvimento do bebê tem relação direta com sua saúde ocular. Devemos estar atentos ao desenvolvimento visual do bebê. A visão se desenvolve nos dois primeiros anos de vida e precisamos acompanhar essa evolução e tratar problemas precocemente para evitar sequelas permanentes.

Importância do Teste do Olhinho

Logo após o nascimento o bebê deve ser submetido ao “Teste do olhinho” ou TRV (Teste do Reflexo Vermelho). No Brasil, a realização deste exame na maternidade é obrigatória.

O Teste do Olhinho é de extrema importância para a detecção precoce de alterações como glaucoma, catarata ou retinoblastoma, permitindo a intervenção imediata e um tratamento efetivo.

Em caso de dúvida, esse teste deve ser repetido por um oftalmologista após a alta.

Como a visão do bebê se desenvolve?

No primeiro mês: consegue perceber a luz e fecha os olhinhos ao ser exposto diretamente à um feixe de luz.

No segundo mês: é comum dar início ao contato visual, desperta atenção por objetos brilhantes, além de conseguir focar no rosto da mãe.

No terceiro mês: o neném passa a reagir à exposição de cores e altos contrastes. É capaz de identificar feições comuns em seu cotidiano, e começa a responder através de expressões faciais.

No sexto mês: a visão já esta mais desenvolvida. O bebê consegue focar pessoas, objetos e imagens a diferentes distâncias consegue fixar por mais tempo.

Somente aos 2 anos de idade o sistema visual está totalmente maduro e a criança apresenta visão nítida.

Qual o papel dos pais nos cuidados com a visão da criança?

Os pais precisam levar o bebê ao oftalmologista para que uma avaliação completa seja realizada e problemas sejam tratados precocemente. O ideal é que a primeira avaliação seja realizada por volta dos 3 meses de vida. Caso não haja nenhum problema que necessite de tratamento e acompanhamento, uma nova consulta deve ser realizada antes dos dois anos de idade.

ambliopia, também conhecida como olho preguiçoso, normalmente não causa qualquer sintoma. Por isso recomenda-se que toda criança antes dos dois anos de idade seja avaliada por um oftalmologista para um exame oftalmológico completo. O tratamento da ambliopia consiste no uso de óculos e tampão para estimular o desenvolvimento visual do “olho preguiçoso”.

Além disso, deve-se evitar ao máximo a exposição a telas como celulares e tablets. Recomenda-se que antes dos dois anos de idade a criança não seja exposta a estes aparelhos. Tem se observado que crianças que ficam muito tempo expostas a telas a uma distância próxima têm maior risco de desenvolvimento de miopia e estrabismo.

Recomenda-se também pelo menos 3 horas de atividades ao ar livre. A exposição a luz solar com proteção (chapéu/ sombra/ óculos de sol) ajuda no desenvolvimento visual e previne o aparecimento de miopia.

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Pessoa com cabelo escuro e mãos no rosto
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Problemas visuais podem dificultar o aprendizado escolar?

O aprendizado durante o período escolar é determinante para o desenvolvimento da criança.  Cerca de 80% das informações processadas na escola são visuais. Sendo assim, para que o pequeno tenha um bom rendimento nessa fase, um dos principais cuidados que os pais devem ter com os filhos, envolve a saúde ocular.  Para garantir que o seu filho não tenha nenhum tipo de alteração na visão que possa prejudicar o rendimento, é indispensável o acompanhamento oftalmológico antes de ingressar no período escolar.

Problemas de visão e aprendizado:

A saúde dos olhos em dia permite que o pequeno consiga processar corretamente o estímulo visual. Caso haja o desenvolvimento de alguma alteração ocular sem o devido tratamento, a criança pode ter dificuldade para interpretar o que está sendo captado.

Alterações oculares que prejudicam o aprendizado

Os principais são miopia, hipermetropia e astigmatismo.  Esse tipo de erro refrativo afeta diretamente a capacidade de estímulo visual da criança. O estímulo visual é determinante para o processo de aprendizagem. Sem o tratamento correto, o quadro pode se agravar para perda visual irreversível na idade adulta (ambliopia, conhecida como “Olho Preguiçoso”).

Como identificar se o meu filho tem problema na visão?

Acompanhar de perto o avanço do seu filho na fase escolar é determinante para identificar qualquer tipo de dificuldade. O ideal, é que a cada ano, os pais levem os filhos para realizar uma avaliação oftalmológica! Principalmente, antes do início do período escolar.

No entanto, há outras maneiras de perceber que é hora do seu filho fazer uma visita ao oftalmologista. São eles:

1. Dores de cabeça ou fadiga ocular;
2. Visão turva ou visão dupla;
3. Preguiça para ler e realizar trabalhos;
4. Dificuldade para ser obter foco em atividades visuais;
5. Costuma chegar bem próximo do livro para ler;
6. Girar ou inclinar a cabeça para usar apenas um olho, fechar ou cobrir um olho;
7. Piscar ou esfregar os olhos excessivamente;
8. Tem dificuldade para lembrar o que foi lido;
9. Apresentar desvios oculares.

Caso seu filho apresente os sintomas citados anteriormente, ele precisará fazer uma visita o quanto antes ao oftalmologista. Assim, o médico especialista conseguirá analisar de forma detalhada todo quadro clínico do pequeno.

Não espere que a qualidade de vida da criança seja afetada! Mantenha os exames de rotina do seu filho em dia.

Professor ajudando aluno em sala
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Volta às aulas: saiba o porquê seu filho precisa passar pelo oftalmologista no período escolar

As aulas já começaram e a pergunta que nós oftalmologistas iremos fazer é: seu filho já realizou uma avaliação oftalmológica? Sim, grande parte do aprendizado da criança depende da qualidade da visão do pequeno.

Neste artigo, vamos te ajudar a entender o motivo pelo qual você deve levar seu filho ao oftalmologista, mesmo que ele não apresente nenhum tipo de incômodo ocular!

Continue a leitura para saber mais.

O cuidado com os olhos deve ser prioridade desde o nascimento:

Primeiro de tudo, não é somente antes ou durante as aulas que o seu filho precisa ir ao oftalmologista. Pelo contrário, o cuidado com o olhar do pequeno deve começar a partir dos 6 meses e a após o primeiro ano de idade, anualmente, leva-lo para uma avaliação completa.

Por que o exame no período escolar é importante?

É no período escolar que muitos problemas oculares são manifestados nas crianças. Em algumas escolas, o exame é obrigatório no momento da matrícula, já em outras, não. Essa ação permite identificar qualquer tipo de alteração na visão da criança que possa gerar desconforto e impactar em seu aprendizado.

Consequências dos problemas oculares no aprendizado:

Essas complicações, dificultam o aprendizado da criança devido a uma série de consequências geradas pela baixa visão como dificuldade para enxergar a lousa, dores de cabeça, e problemas de concentração.

Além disso, a baixa visão pode despertar um desinteresse na criança pelo estudo. Identificar esses sinais é essencial para entender que o seu filho precisa ir ao oftalmologista!

Além disso, quando o problema de grau não é corrigido na infância, a criança pode desenvolver a ambliopia (“olho preguiçoso”), uma baixa de visão que pode ser irreversível quando a criança se torna adulto.

Como identificar se o seu filho está com baixa visão:

A criança com problemas oculares oferece uma série de sinais no convívio com o meio. Isto é, o papai e mamãe devem estar sempre atentos a como o pequeno está lidando com as situações que exigem mais da sua visão. Para que você consiga distinguir, separamos algumas dicas que vão te ajudar a perceber:

1 – A criança começa a levar constantemente objetos ao rosto para enxergar melhor;
2 – O seu filho tende a inclinar a cabeça ou fechar os olhos para ver melhor;
3 – Ela coça os olhos com frequência.
4 – Abandona rapidamente atividades que exigem boa visão.

Agora que você já sabe de como esse exame é importante, não deixe de levar o pequeno ao seu oftalmologista de confiança!

Miopia infantil na Barra da Tijuca.
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Isolamento Social aumenta número de crianças com miopia!

A miopia em crianças aumentou em 400% no isolamento social comparado aos anos anteriores! Segundo a pesquisa publicada na revista científica JAMA Ophthalmology, o uso contínuo de telas durante a pandemia tem sido fator crucial para o aumento dos casos de miopia nos pequenos. Neste artigo você entenderá as causas e quais são as soluções para o problema.

O que é miopia?


A miopia é o distúrbio refrativo mais comum em todo o mundo. Geralmente, está associada a fatores genéticos ou ambientais como o estresse visual excessivo, uso prolongado de telas eletrônicas, pouca exposição à luz do dia,  entre outros.  De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, a miopia acomete cerca de 30 a 40% da população ocidental e tende a afetar membros da mesma família.

A miopia ocorre quando o olho é um pouco mais comprido ou quando a córnea é mais curva. Essas características são responsáveis por prejudicar a formação da imagem na parte de trás do olho (retina) que resulta na visão borrada. 

Por que a miopia em crianças aumentou no isolamento social?

O uso frequente de tablets, celulares e computadores são os principais vilões para a visão da criança. O isolamento social privou a maioria dos pequenos de brincarem ao livre e ter contato com a luz natural do dia. Além disso, o ensino remoto forçou as crianças a ficarem horas olhando fixamente para a tela do computador.

Quando o pequeno passa horas em frente às telas, ele acaba forçando a visão (acomodação)  e deixando de estimular a estrutura ocular para uma boa visão à distância. Consequentemente, o crescimento vertical nos casos de miopia entre crianças cresce expressivamente.  

Qual o tratamento para miopia em crianças?

A avaliação oftalmológica é a opção mais indicada! Assim como qualquer outro distúrbio ocular, a miopia em crianças deve ser tratada por um oftalmologista profissional. É dever do pai e da mãe notar qualquer tipo de sintoma relacionado a baixa visão da criança. Porém, recomendamos que mesmo sem apresentar sintomas, leve a criança para uma visita ao oftalmologista pelo menos uma vez ao ano. Em alguns casos prescreve-se colírios ou lentes de contato especiais para tentar reduzir a progressão da miopia.


Existe prevenção para a miopia em crianças?


Limitar o tempo de celular e tablet! Essa ação, somada ao estímulo de atividades ao ar livre é essencial para que a visão da criança se desenvolva de forma adequada. O recomendado é que os pais limitem o uso de eletrônicos que forçam a visão para perto como celulares, tablets e computadores por no máximo duas horas por dia. Em países da Ásia, onde a miopia é uma epidemia há décadas, observou-se que as crianças precisam de mais tempo ao ar livre expostas à luz do dia (com proteção solar, claro!) e até na escola tem se aumentado o tempo fora da sala de aula. Muitas atividades e aulas são feitas em ambientes abertos para promover melhor saúde ocular para as crianças.

A miopia pode ser prevenida! Por isso, não hesite em procurar ajuda oftalmológica para o seu filho.

Olhos claros com cílios longos.
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18.08.2022 .::. 3 min de leitura

Qual a melhor idade para operar estrabismo?

O estrabismo é caracterizado como um distúrbio que causa o desvio do alinhamento natural dos olhos. Desse modo, os dois olhos não conseguem manter uma visão simultânea, ligada a um mesmo ponto, muitas vezes influenciando na capacidade de perceber a profundidade ou distância de um determinado objeto. 

O desvio do olhar pode ser uma consequência do desequilíbrio da musculatura ocular ou devido a graus elevados. É importante lembrar que, além de ser um problema estético, quando não corrigido precocemente, pode levar ao desenvolvimento incompleto da visão (ambliopia), também conhecida como “olho preguiçoso”

A boa notícia é que o estrabismo tem cura, e o tratamento vai variar de acordo com a causa. Em pacientes com estrabismo ocasionado pelo grau elevado, o óculos ou lente de contato pode resolver o problema. Já nos casos em que há um desequilíbrio de formaças entre os músculos oculares, a cirurgia pode ser a melhor opção. 

Mas, afinal, qual é a melhor idade para operar o estrabismo? Saiba mais: 

Os tipos de estrabismo 

Além das diferentes causas de estrabismo, como visto acima, também podemos ter diferentes tipos de desvios: 

  • Estrabismo convergente: ocorre quando há o desvio dos olhos para dentro (Esotropia). 
  • Estrabismo divergente: ocorre quando há o desvio dos olhos para fora (Exotropia). 
  • Hipertropia: é diagnosticado quando há desvio de um dos olhos para cima. 
  • Hipotropia: é diagnosticado quando há desvio de um dos olhos para baixo 

Qual a melhor idade para operar o estrabismo? 

Um fato sobre a condição de estrabismo, é que esse problema ocular pode ser desenvolvido desde bebês até adultos. Na maioria dos casos, inicia antes dos 2 anos de vida, como um fator genético. 

Por isso, é importante manter a atenção ao histórico familiar desde o período de nascimento do bebê e realizar testes e exames com um oftalmologista de confiança, incluindo a fundoscopia para avaliação da retina, o exame de reflexo luminoso na córnea e a avaliação do grau ocular da criança.

O diagnóstico precoce, portanto, é indispensável para a prevenção. No caso do Estrabismo Congênito, por exemplo, o ideal é que a cirurgia seja realizada antes dos 2 anos de idade para evitar a ambliopia

Quando essa descoberta ocorre apenas na fase adulta, também é possível realizar a cirurgia, sem faixa etária limite. Nesses casos, o efeito estético é atingido, no entanto, muitas vezes a baixa de visão existente pode não melhorar.

Sendo assim, pode-se concluir que a cirurgia deve ser realizada o quanto antes, principalmente quando o desvio ocular apresenta risco de atrapalhar o desenvolvimento da visão. Nos casos de estrabismo secundário ao grau, apenas a prescrição de óculos é necessária.

Onde operar o estrabismo? 

Centro Oftalmológico Cittá (COC), é uma rede de grande credibilidade e referência para a saúde ocular no Rio de Janeiro (RJ). Além de uma estrutura completa, o centro compreende profissionais capacitados para realizar os exames preventivos e operar o estrabismo com êxito.   

Pessoa segurando óculos em fundo claro.
Citta

18.08.2022 .::. 5 min de leitura

Conheça as principais doenças oculares na infância

O diagnóstico precoce de doenças é sempre a melhor opção. Quando o assunto é doenças oculares na infância, isso não é ainda mais importante. Como se trata do início da vida do indivíduo, esse é um período de desenvolvimento do corpo humano, o que amplia a importância dos cuidados com a saúde ocular. 

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), três a cada 20 crianças do ensino fundamental possuem alguma complicação nos olhos.

Desse modo, é necessário que, desde cedo, haja o acompanhamento oftalmológico, a fim de que o especialista possa identificar as possíveis alterações, e, portanto, preveni-las e/ou tratá-las, tendo em vista que as mesmas podem prejudicar as atividades dos pequenos, principalmente ao que se refere às atividades escolares.

Continue lendo e saiba mais sobre as principais doenças oculares na infância!

Erros Refrativos

Em primeiro lugar, uma das doenças oculares mais comuns na infância diz respeito aos erros refrativos (grau). No início da vida, o bebê nasce hipermétrope (grau positivo), tendo em vista que o globo ocular ainda está em fase de desenvolvimento. 

Após essa fase, com o decorrer do tempo, é possível que esse erro refracional diminua. Em outros casos, a criança pode desenvolver a miopia (dificuldade em enxergar objetos distantes) ou astigmatismo (erro refrativo na curvatura da córnea que gera a visão turva). Recentemente, estudos mostraram que o uso exagerado de celulares e tablets tem aumentado o desenvolvimento da miopia, aumentando significativamente o diagnóstico desse erro refracional.

Por isso, é importante que os pais mantenham a atenção a sinais como: dificuldades para enxergar objetos, olhos vermelhos e sensibilidade à luz, e mesmo que ainda não manifestem sintomas, é importante procurar um oftalmologista periodicamente. Outro sinal de problemas oculares também pode ser o desinteresse escolar, principalmente em atividades que envolvam leitura, escrita e até mesmo desenho. 

Retinoblastoma

O Retinoblastoma também pode ser inserido entre os principais problemas oculares na infância. Trata-se de um tumor intraocular nas células da retina, que pode ocorrer de forma unilateral (quando acomete apenas um dos olhos) ou bilateral (quando o tumor é encontrado nos dois olhos), ocasionado por mutação genética.

Nas crianças, pode ocorrer desde o seu nascimento até idades mais avançadas. Apesar de ser o câncer ocular mais comum na infância, é possível o tratamento a partir do diagnóstico precoce. Desse modo, de acordo com a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a chance de cura é de até 90%. Nesses casos, a criança pode ter a sua visão preservada. 

Caso contrário, em um diagnóstico tardio, as possibilidades de tratamento são menores e a criança pode ter a sua visão afetada para toda a vida. Por isso, a frequência nos exames, principalmente, no “Teste do Olhinho”, torna-se fundamental para a prevenção.

Catarata e Glaucoma congênitos 

Os problemas congênitos também estão entre as principais doenças oculares na infância. Exemplo disso, é a Catarata Congênita, uma alteração que gera opacidade do cristalino – lente natural dos olhos – e que pode ocorrer ainda durante a gestação. 

Esse problema pode se apresentar já no nascimento ou após esse período e pode ocasionar desde perda parcial até a perda total da visão, tendo como principal sintoma a presença de uma “mancha branca” no centro dos olhos (pupila). Para um diagnóstico preciso, é importante submeter a criança ao “Teste do Olhinho” ou exame oftalmológico completo.

Já o Glaucoma congênito, também é uma possibilidade entre as doenças oculares na infância, podendo envolver crianças até os 3 anos de vida. Trata-se de uma consequência da pressão intraocular que, caso obtenha um diagnóstico tardio, pode levar à perda total de visão. 

Leucocoria ou “Olhos de gato” 

A Leucocoria trata-se de um reflexo branco pupilar na presença forte de luz, que se refere a alguma doença intraocular na infância. 

Essa condição pode estar relacionada tanto à catarata congênita, como ao retinoblastoma e outras doenças na retina. Outra possibilidade é a doença rara de Coats, uma alteração nos vasos sanguíneos da retina. 

A importância dos exames preventivos

Manter a regularidade nos exames oculares é fundamental para qualquer idade, principalmente para a infância, que como dito acima, é a fase de desenvolvimento da região ocular. 

Por isso, além de manter a atenção aos possíveis sintomas oculares presentes na criança, as avaliações, tais como o“Teste do Olhinho” tornam-se indispensáveis para o diagnóstico e tratamento precoce de doenças nos olhos. 

No Centro Oftalmológico Città (Oftalmo Città), temos uma estrutura completa localizada no Rio de Janeiro, com equipamentos tecnológicos e profissionais especializados para atender seu filho e prevenir doenças oculares na infância. Acesse nosso site e saiba mais! 

Falso estrabismo no Rio de Janeiro
Citta

18.08.2022 .::. 2 min de leitura

Falso estrabismo: saiba mais sobre a condição!

Você já ouviu falar no pseudoestrabismo ou falso estrabismo? De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, trata-se de uma falsa aparência de estrabismo causado por ilusão de ótica.

Ocorre quando há uma dobra de pele no canto interno das pálpebras – caso em que ocorre com maior proporção em bebês. Esse fato contribui para uma aparência de desvio dos olhos, contudo, a alteração tende a melhorar à medida que o rosto da criança cresce.

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre o falso estrabismo! 

Como ocorre o diagnóstico do falso estrabismo?

O diagnóstico do falso estrabismo pode ser realizado através de testes e exames oftalmológicos, como o teste do reflexo de luz e o teste de cobertura (cover / uncover test). Caso um dos olhos precise se movimentar para fixar, é porque pode haver um desvio ocular. Além disso, também é possível verificar se o reflexo da luz no olho está centrado ao tirar fotos com flash, quando a criança olha diretamente para a câmera. 

Realizar o exame completo é importante para descartar a possibilidade de estrabismo verdadeiro, que pode causar o não desenvolvimento adequado da visão ao longo do tempo, gerando ambliopia.

O tratamento 

O falso estrabismo não precisa de tratamento. Isso porque, a condição não interfere no desenvolvimento da visão. Já no que se refere à estética visual, é comum que a aparência dos olhos retorne ao normal ao longo do tempo. 

Vale ressaltar, contudo, que mesmo a criança diagnosticada com falso estrabismo pode desenvolver o verdadeiro estrabismo ao longo do tempo. Sendo assim, manter o acompanhamento com oftalmologista ainda é necessário. 

Caso o paciente receba o diagnóstico de estrabismo no futuro, é possível tratar através da prescrição de óculos ou até mesmo, por intervenção cirúrgica. A condição pode se manifestar tanto em crianças, como em adultos.